Pensamento

A filosofia de Clóves é que “Para cada direito tem um valor e para cada dever tem um custo”. No encontro em Brasília, organizado pelo IPAM e pelo Woods Hole Research para se discutir a Amazônia e a Nova Economia Global, Clóves não foi o único a defender acordos monetários para proteger a floresta. A necessidade de se selar pactos sobre o uso dos recursos naturais foi defendido por Vilmos Grunvald, Secretário Especial de Produção do Pará, e pelo economista Paulo Rabello de Castro, que presta consultoria para agropecuários. Mas no encontro ele acabou prestando serviços gratuitos aos ambientalistas. Disse que os sojeiros estão arruinados, que o preço de um hectare de terra no Mato Grosso vai ficar irrisório e que o Greenpeace deveria aproveitar para comprar tudo. Assim ajudaria ao meio ambiente e aos sojeiros...

Por Redação ((o))eco
11 de maio de 2006

Registrado

Esta é para arquivar e cobrar. Segundo Clóves, ele e o governador Blairo Maggi estão convencidos de que o Mato Grosso já tem área aberta o suficiente para contribuir para alimentação do Brasil e do mundo.

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11 de maio de 2006

Emergentes

Entre 1992 e 2002, a emissão mundial de dióxido de carbono para a atmosfera aumentou 15%. A informação é de um documento do Bird (Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento) citado em reportagem da Folha de São Paulo. Os principais poluidores continuam sendo os países desenvolvidos, capitaneados pelo Tio Sam. Mas emergentes como China (33% de aumento) e Índia (57%) contribuem cada vez mais com a sua cota de sujeira.

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10 de maio de 2006

Eu, tu, ele

Golfinhos nariz-de-garrafa podem estar se chamando por nomes, diz estudo de cientistas norte-americanos publicado na revista Proceedings. Segundo os pesquisadores, isso faria deles os únicos animais capazes de reconhecer essa informação sobre a identidade. Dois dos bichos poderiam até se referir a um terceiro pelo nome, diz reportagem do Globo Online.

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10 de maio de 2006

Persistentes

Por cinco anos seguidos, pesquisadores da Universidade de Washington mergulham nas águas geladas do pólo norte através de um pequeno buraco no gelo, para coletar informações que dizem respeito ao meio ambiente de todo o planeta. Reportagem do New York Times mostra as dificuldades que os cientistas encontram para realizar a pesquisa, que sobrevive a todo custo apesar do orçamento apertado.

Por Redação ((o))eco
10 de maio de 2006

Pé atrás

Representantes da Eletrobrás, Furnas, Aneel, Odebrecht, e outras instituições do setor energético compareceram nesta terça-feira em Porto Velho à audiência convocada pelos deputados Miguel de Souza (PL-RO) e Eduardo Valverde (PT-RO). O objetivo era pressionar o Ibama a dar início ao licenciamento do complexo hidrelétrico do rio Madeira. Mas Luiz Felipe Kunz, diretor de licenciamento do Ibama, explicou que por conta dos impactos ambientais das obras esse processo é mais demorado. Ele não definiu prazos para concessão de licenças.

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10 de maio de 2006

Cadê o parecer?

Em janeiro deste ano uma equipe do Ibama foi à região para fazer um relatório sobre os impactos ambientais do empreendimento. Até hoje não se tem notícia do parecer do instituto.

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10 de maio de 2006

Multados

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) anunciou que vai começar a cobrar multas de fazendeiros que desmataram a áreas de reserva legal em suas propriedades entre os anos de 2000 e 2001. Até o dia 28 de abril deste ano, a Superintendência de Ações Descentralizadas do órgão já havia notificado oficialmente 266 empresas, totalizando mais de R$ 40 milhões em multas. Os infratores foram identificados por fotos de satélite. Segundo a Sema, está tudo documentado – basta comparar o antes e o depois do estrago.

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10 de maio de 2006

Só que…

Além de ter direito a recurso, os infratores podem entrar com um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), prometendo à Sema que vão recuperar a área que destruíram. Se cumprirem a palavra, eles podem ganhar até 90% de desconto nas multas aplicadas.

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10 de maio de 2006

Correria

O sistema eletrônico que vai substituir as ATPFs (autorizações em papel para transporte de madeira) ainda não está pronto. O governo federal prometeu inaugurar os Documentos de Origem Florestal (DOFs) em junho, mas pelo andar da carruagem, se o governo quiser cumprir esse prazo, tudo leva a crer que o sistema entre no ar sem ter sido testado.

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10 de maio de 2006

Detalhe

Cada estado está aproveitando a política de descentralização do governo federal para desenvolver seus próprios mecanismos para o controle no transporte de produtos florestais. Só que nenhum sabe o que o outro está fazendo.

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10 de maio de 2006