Marina lá

A ministra Marina Silva foi incluída numa lista feita pelo jornal inglês The Independent das 10 pessoas que mais lutam pelo meio ambiente na Terra. A lista foi feita pelo jornalista especializado em meio ambiente Fred Pearce e inclui do francês José Bové à ativista queniana e Prêmio Nobel da Paz de 2004 Wangari Maathai. O ranking recebeu destaque na Folha de São Paulo (só para assinantes).

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2006

Vida nova

A revista Outside aproveita o início de ano para recomendar uma lista de atividades radicais para os seus leitores. Entre as coisas que eles não...

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2006

Aqueles dias

Para as corredoras que acham que correr naquela época do mês pode causar algum problema, a revista O2 traz dicas práticas para evitar qualquer...

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2006

Não foi o efeito estufa

No real climate, um blog editado por climatologistas, há um debate interessante sobre se a seca do ano passado na Amazônia pode ser atribuída ao aquecimento global. A resposta é que provavelmente não. As primeiras análises indicam que a falta de água na região foi produto de uma anomalia localizada no regime de chuvas e nnao tem nada a ver com o aumento da temperatura no Oceano Atlântico na altura do Equador.

Por Carolina Elia
20 de janeiro de 2006

Vira-lata fala

Sofia tem 4 anos, é uma cadela vira-lata. Pedigree, nem nos ancestrais. E fala. Pesquisadores do Departamento de Psicologia da USP, especializados em comportamento animal, descobriram que ela diferencia, com razoável grau de acerto, frases compostas por dois termos distintos e se comunica com os seres humanos por meio de um teclado especial, que contém sinais arbitrários que representam ações ou objetos desejados por ela. Se não acredita, confira: está no número 119, de janeiro de 2006, da respeitável revista Pesquisa-Fapesp.

Por Lorenzo Aldé
20 de janeiro de 2006

A guerra das árvores

Para quem não gosta e não entende, mata é tudo igual. Mas não é. As florestas são muito diferentes entre si, mesmo quando estão em território próximo. Um grupo de biólogos resolveu entender e explicar por que as florestas de São Paulo são diferentes. As plantas brigam sutilmente por espaço, concluíram. As folhas do guarantã, por exemplo, liberam substâncias que atrasam a germinação das sementes de algumas espécies e provocam o apodrecimento de outras. “A floresta se refaz ponto a ponto, como uma colcha de retalhos”, explica o bontânico florestal Geraldo Franco, para explicar por que essa disputa gera equilíbrio e não destruição. A reportagem também na Revista Pesquisa-Fapesp.

Por Lorenzo Aldé
20 de janeiro de 2006

Atrasados

Hoje, 20 de janeiro, completa quatro anos a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Ilha Grande. No documento, a prefeitura de Angra dos Reis (RJ) e órgãos públicos estaduais e federais se comprometeram a investir mais de R$ 1,5 milhão em melhorias ambientais e sanitárias na ilha. Não cumpriram. Cansado de esperar, no mês passado o Ministério Público Estadual deu prazo de 60 dias para os signatários do TAC se explicarem. Promete que agora a coisa anda.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006

Data

O Instituto do Meio Ambiente e do Homem da Amazônia (Imazon), dono de um dos melhores bancos de dados com informações sobre a floresta amazônica, completou em 2005 15 anos de idade. Para comemorar, lança a versão impressa do Guia de Consultas Públicas para Unidades de Conservação produzido em parceria com o Imaflora. Quem quiser a versão em PDF pode baixá-la aqui.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006

Novidade

Em setembro de 2005, depois de uma seca seguida de queimadas que provocaram um dos piores desastres ambientais das últimas deecadas no Acre, Evandro Ferreira, pesquisador do Instituto nacional de Pesquisas Amazônicas e da federal do Acre lançou um blog na internet. É coisa fina, bem escrita, inteligente e cheia de informações relevantes para quem quer saber o que anda acontecendo com a natureza no estado. Infelizmente, as notícias não são nada boas.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006

Novos ecossistemas

A leitura recente do blog, por exemplo, informa que o estado tem tudo para repetir a tragédia do ano passado. O regime de chuvas continua baixo e a mata, ressecada pelas queimadas de 2005, está em ponto ótimo de combustão. Há também uma ótima discussão sobre ecossistemas emergentes, aqueles que aparecem depois da intervenção do homem na mata. Eles estão se propagando pelo Acre e sua marca, além do desflorestamento, é o aparecimento de bichos estranhos ao lugar, típicos de pastos ou regiões de campo, como o quero-quero e a siriema.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006