Brita útil

Mais uma votação do Conama, mais artigos aprovados na Resolução que libera diversas formas de uso das Áreas de Preservação Permanente (APPs). Na rodada desta terça e quarta, dias 29 e 30, uma vitória das mineradoras. A exploração de rochas de uso direto na construção civil, como a brita, ganhou vaga na categoria “utilidade pública”. E, como tal, poderá ocorrer em nascentes de rios.

Por Lorenzo Aldé
30 de novembro de 2005

Lixo relativo

Outro artigo controverso era o que tratava do destino dos rejeitos e estéreis produzidos pela mineração. Pelo texto aprovado, a obrigação de retirar a sujeira é da mineradora, salvo “em casos excepcionais”. A palavra final caberá ao “órgão ambiental competente” local. Seja ele qual for.

Por Lorenzo Aldé
30 de novembro de 2005

A história dos insetos

Foi lançado nos Estados Unidos o primeiro livro que revela toda a trajetória dos insetos na terra. Chama-se Evolution of the Insects e foi escrito por dois entomologistas. Para quem acha os bichinhos inúteis, o The New York Times lembra que eles são responsáveis por manter o equilíbrio natural do planeta.

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Europa em xeque

Relatório da Agência Européia de Meio Ambiente traça um futuro negro para o velho continente. Como diz reportagem do jornal inglês The Independent, ninguém estará imune aos efeitos da mudança climática que, segundo o relatório, há 5 mil anos não acontecia de forma tão intensa. Só para se ter uma idéia, 3/4 dos glaciares suíços vão derreter até 2050. O relatório está disponível na internet.

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Curupira para baixinhos

A Polícia Federal prendeu o secretário de habitação de Cuiabá e mais 17 pessoas suspeitas de desejarem grilar e desmatar a área indígena de Rio Pardo, Mato Grosso. Trata-se de uma região de 53 mil hectares próxima a divisa com o Amazonas e onde vive uma tribo isolada conhecida como baixinhos. A operação foi considerada um desdobramento da Curupira, realizada em junho, diz a Folha de São Paulo.

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Em boa hora

O jornal O Globo informa que um plano elaborado pelo ministério público para por ordem em todo o litoral brasileiro neste verão começou a ser implantado na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. As dunas da Praia do Forte, em Cabo Frio, já se livraram de 52 barracas e as praias das Conchas e do Peró - que costumam ficar lotadas nas férias escolares- vão ser as próximas a passar por uma revolução ambiental. Tomará que dure.

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Métrica

A Faculdade de Medicina da USP acaba de receber um equipamento inédito no Brasil. É uma engenhoca portátil capaz de medir os níveis de poluição do ar em ambientes diversos ­ de interiores de prédios e veículos a avenidas de transito intenso. Custa 12 mil reais e foi doado pela Escola de Saúde Pública de Harvard e pela Universidade Técnica Federico Santa Maria do Chile. A máquina deve começar a ser usada em pesquisas ainda este ano.

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Paraíso

As ilhas Seychelles, no Oceano Índico, são um paraíso na terra. Com 66,7% de seu território protegido, o país socialista vive dos dividendos da...

Por Lorenzo Aldé
29 de novembro de 2005

Mergulho armado

Pesca submarina é assunto polêmico. Mas Ana Araujo, colunista de O Eco, desvenda os segredos do esporte e esclarece que, quando praticado de...

Por Lorenzo Aldé
29 de novembro de 2005

F-1 verde

A Folha de S. Paulo diz que as montadoras que estão por detrás da Fórmula-1, entre elas BMW e Honda, vão passar a partir do ano que vem a usar seus bólidos para desenvolver tecnologias de combustão limpas. O uso de carros de corrida como cobaias para testar tecnologias que depois chegam aos veículos de passeio é antigo. Mas a decisão de fazer testes para aumentar a eficiência dos motores e reduzir emissões de poluentes na atmosfera é uma tremenda novidade. Merece aplauso.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Saber amazônico

Na Folha de S. Paulo também, outra reportagem diz que quase 70% dos estudos e pesquisas sobre a Amazônia são feitas por estrangeiros. O que não deixa de ser algo óbvio. Afinal, europeus e americanos, além de recursos, dominam a maior parte do conhecimento humano. A conta serviu para bulir com os nervos nacionalistas de alguns pesquisadores. Um dos entrevistados, Carlos Nobre, do Inpe, coloca as coisas dentro de uma perspectiva, digamos assim, mais sensata e científica. Afirma que os estudos, sejam de brasileiros ou estrangeiros não são nenhum segredo, estão acessíveis a qualquer um e, no geral, ajudam a aumentar o entendimento global sobre a região.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

A petrolífera relutante

A British Petroleum, definitivamente, quer ser conhecida como empresa de energia e não apenas uma petrolífera. O The Wall Street Journal conta que a empresa vai investir, nos próximos 10 anos, 8 bilhões de dólares no desenvolvimento de energias alternativas.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005