Meia vitória

Depois de muita resistência de ruralistas, o governo finalmente criou duas das oito unidades de conservação para proteger os últimos remanescentes de araucárias no sul do país. Nesta quinta-feira foram anunciados o Parque Nacional das Araucárias e a Estação Ecológica da Mata Preta, ambos em Santa Catarina. Uma vitória, mas parcial. No plano original, arquitetado desde 2002, o parque nacional deveria ter cerca de 16 mil hectares, mas está nascendo com menos de 13 mil. No caso da estação ecológica, a área foi reduzida de 9 mil para 6.563 hectares.

Por Redação ((o))eco
20 de outubro de 2005

Ordens superiores

Nem toda a corrupção que devastou o norte do Mato Grosso tinha origem no estado. No ano passado, equipe do Ibama que fazia notificações contra desmatamentos ilegais na região, mais precisamente no município de Vila Rica, recebeu ordens da cúpula do órgão em Brasília para ir embora de lá. Os fiscais obedeceram.

Por Redação ((o))eco
20 de outubro de 2005

Circuito das pranchas

As atenções de surfistas do mundo todo estão voltadas para o Brasil até novembro, informa o site 360 Graus. O Reef Classic 2005 começou nesta...

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Meditar faz bem?

Dizem que meditação melhora o humor, proporciona paz interior e equilíbrio emocional. Mas para um grupo de cientistas americanos, ela é fonte de...

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

O Eco errou

A primeira parte da nota Floresta de Cego (leia abaixo) é um festival de desinformação. Não foram 50 mil hectares de floresta que foram derrubados em Cumaru do Norte, no Pará, mas 30 mil ha. O número de fazendeiros responsáveis pela devastação foi 8 e não 10. Mas isso não invalida a segunda parte da nota, que chama atenção para o fato de que o desmatamento poderia ter sido detectado muito antes pelo Ibama.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Wilma em Miami

De ontem para hoje a tempestade tropical Wilma quase triplicou a sua força e virou um furacão de categoria cinco. Não há registro de uma tempestade que tenha se intensificado tão rápido assim e os meteorologistas temem que ventos fortes castiguem Miami e West Palm Beach, informa o The New York Times.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Não aprenderam

Uma outra reportagem do The New York Times mostra que o meio ambiente não está sendo levado em consideração nos planos de reconstrução da costa do Mississipi. A preocupação maior é ocupar a orla com cassinos e hotéis. Nada que evite muito um novo desastre.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Vai faltar peixe

Cientistas alertam que a temperatura das águas da Antártica está aumentando rápido demais e pode desregular toda a cadeia alimentar submarina. Afetando desde o krill, que serve de comida para baleias, até pássaros que se alimentam de determinadas espécies de peixe. A notícia saiu com destaque no The Guardian.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Carne na lenha

O The Guardian também deu destaque à questão da febre aftosa no Brasil. Mas o enfoque foi o pior possível. O colunista George Monbiot escreveu um artigo incentivando a Grã-Bretanha a parar de exportar carne brasileira porque, além de sermos incapazes de manter padrões sanitários, a maioria dos pastos fica na Amazônia e provoca de desmatamento a trabalho escravo.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Seca acolá

Vários rios na região montanhosa do Equador estão secando, diz o El Comercio. O principal motivo é o desmatamento, que foi feito indiscriminadamente para dar lugar à monocultura de banana. Segundo os agricultores, o ciclo das chuvas mudou radicalmente e os peixes estão sumindo.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Ressaca

A orla de Fortaleza foi alvo de uma forte ressaca no começo desta semana. As ondas chegaram a 3 metros de altura e chegaram a provocar estragos na Ponte dos ingleses. O fenômeno é surpreendente porque as ressacas costumam acontecer entre dezembro e janeiro, conta a Folha de São Paulo (só para assinantes).

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Água da floresta

Quem visita o Parque Nacional da Tijuca (RJ) e já vai querendo beber água das fontes deve tomar cuidado. Uma pesquisa da ong Instituto Terrazul mostrou que das 28 bicas monitoradas pelo projeto Água em Unidade de Conservação, iniciado em janeiro deste ano, apenas duas atendem a legislação e estão livres de coliformes fecais.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005