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Um estudo conduzido por cientistas americanos concluiu que em setembro de 2005 acontecerá o maior desgelo no Ártico desde 1978, quando começaram as medições, informou a BBC News. Se o ritmo do derretimento continuar assim, atingindo até 8% em 10 anos, eles calculam que no verão de 2060 não haverá mais gelo no Ártico.

Por Redação ((o))eco
28 de setembro de 2005

Ligando os pontos

O New York Times põe lenha na discussão que liga os recentes furacões e o aquecimento global. Em um editorial, o jornal afirmou que apesar de não estar provada a conexão entre os eventos já está na hora dos Estados Unidos, principalmente George Bush, começar a prestar atenção nas emissões de gases do efeito estufa e colocar o pé no freio.

Por Redação ((o))eco
28 de setembro de 2005

Mal da seca

Uma epidemia de diarréia aguda transmitida por rotavírus, já matou 38 crianças com menos de 5 anos nos estados Amazonas e Acre. A disseminação da doença está associada à seca que assola a região. A alta temperatura ajuda a propagar a doença. O rotavírus pode matar por desidratação em menos de 24 horas, informou a Folha de São Paulo.

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28 de setembro de 2005

Gigante escondido

Cientistas japoneses conseguiram filmar pela primeira vez uma lula gigante de oito metros de comprimento. O mostro foi achado a mais de mil metros de profundidade. A espécie já tinha sido encontrada morta nas praias do Japão ou em rede de pescadores, mas as imagens são as primeiras do animal na natureza, informou o The Washington Post.

Por Redação ((o))eco
28 de setembro de 2005

Falta peixe

A escassez de peixes nos rios do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul levaram os governadores Blairo Maggi e Zeca do PT a proporem uma moratória de 3 anos para a pesca, tanto profissional quanto amadora. A proposta foi apresentada em uma audiência com o ministro da Agriculta e Pesca, José Fritsh, disse o Diário de Cuiabá. Maggi também reclamou que existe uma superpopulação de jacarés no Mato Grosso.

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28 de setembro de 2005

Gastador

A revista Slate revela que a alta do preço da gasolina nos Estados Unidos, causada pelos furacões Rita e Katrina, não deve mudar o hábito dos americanos de dirigir os seus utilitários para todos os lugares. A reportagem diz que são necessários pelo menos cinco anos de preços altos para que eles aprendam a gastar menos.

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28 de setembro de 2005

Vitória da burocracia

A Agência de Proteção Ambiental norte-americana (EPA, na sigla em inglês) anunciou que pretende diminuir as exigências para empresas poluidoras, diz o Chicago Tribune. A proposta é exigir relatórios sobre poluição química apenas para as instalações que jorrarem no meio ambiente mais de 2 toneladas de substâncias tóxicas. E não mais 225 quilos, como é determinado por lei. Os relatórios das empresas também passariam a ser entregues a cada 2 anos em vez de anualmente. O argumento da EPA é que ela não dá conta de fiscalizar tudo.

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28 de setembro de 2005

Roubo tóxico

A Polícia Federal investiga no Rio de Janeiro o roubo de 9 mil litros de ascarel. Um óleo tóxico usado como isolante em transformadores, disjuntores e capacitadores. A substância foi surrupiada da antiga sede do Jornal do Brasil, um prédio abandonado às margens da Baía de Guanabara. A venda de ascarel está proibida no país desde 1985 e por isso a polícia suspeita que o roubo tenha sido encomendado. A notícia está no Globo.

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28 de setembro de 2005

Pertinho do céu

A favela da Rocinha que ocupa praticamente um morro inteiro no Rio de Janeiro, passou agora a crescer para o alto. Uma reportagem do Globo informou à própria prefeitura que lá já tem prédio de onze andares. É o Empire State da Rocinha, dizem os moradores, que garantem que o dono da construção irregular quer construir do lado a torre gêmea. Só a prefeitura não sabe.

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28 de setembro de 2005

Adeus à pioneira

Morreu ontem de infarte, no Rio de Janeiro, Luzia Freitas Caracciolo, a primeira mulher a escalar o pico do Dedo de Deus, em Teresópolis. A façanha...

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28 de setembro de 2005

Mão e contramão

Quem leu as notas abaixo sobre a migração de animais selvagens na África pode ter ficado na dúvida: afinal, os bichos vão da Tanzânia para o...

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28 de setembro de 2005

Mar de lama

A pressa de reconstruir Nova Orleans teve conseqüências sérias para o bolso dos contribuintes americanos, informou o New York Times. As empresas que trabalham para retirar o entulho, fornecer alojamento e reparar as casas destruídas foram contratadas sem licitação. Aproveitando a urgência, algumas companhias cobraram preços exorbitantes. O aluguel de transatlânticos para hospedar os desabrigados por sei meses, por exemplo, custou entre 13 e 70 milhões de dólares por barco. As empresas contratadas, coincidentemente, são todas de amigos ou aliados políticos de Bush.

Por Redação ((o))eco
27 de setembro de 2005