No Tocantins

De um lado, deserto. Do outro, cachoeiras. Em volta, Cerrado. De ponta a ponta, o céu infinito da borda do Planalto Central. A revista Trip... →

Por Lorenzo Aldé
13 de outubro de 2005

Toxinas

Cientistas da Lousiana State University publicaram um estudo afirmando que a água que inundou Nova Orleans depois do furação Katrina não tem tantos resíduos tóxicos quanto era esperado, informou o New York Times. Apesar da boa notícia cientistas dizem que ainda é preciso examinar os sedimentos que ficaram no local antes de permitir o retorno da população. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Radiação

A proposta de um novo depósito de resíduos tóxicos perto de Las Vegas, Estados Unidos, está pegando fogo, informou o New York Times. A agencia de proteção ambiental americana (EPA), afirma que a radiação proveniente do local não será maior do que a que um cidadão comum é exposto anualmente. As ongs que são contra o projeto afirmam que esta quantidade é suficiente para aumentar a incidência de câncer. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Água

O Los Angeles Times conta que uma decisão da Suprema Corte americana pode pôr em risco o Clear Water Act, uma lei criada na década de 1970 para impedir a poluição de leitos d’água. A lei proíbe que donos de terra usem as terras próximas a água mas a justiça pretende reduzir a proibição apenas às áreas que em alguma época do ano ficam alagadas. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Vince

A primeira tempestade tropical a atingir a Península Ibérica causou estragos em Portugal. A chuva alagou cidades no país e fez com que os portugueses comparassem os danos aos que são observados com freqüência na costa norte-americana. Notícia do Correio da Manhã. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Adeus à mata

O suíço Andreas Gutt, presidente do Conselho de Administração de uma das madeireiras mais admiradas da Amazônia pela correção ambiental de suas operações no Pará, a Precious Woods, sinalizou esta semana que vai encerrar suas operações no Brasil. Assim como todas as madeireiras certificadas que atuam na região Norte do país, a Precious Woods foi impedida de trabalhar este ano pelo aumento das demandas da burocracia federal. Gutt acha que não dá mais para encarar tamanha estabilidade institucional. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Reunião fatal

Técnicos do Ministério do Meio Ambiente vão se reunir nesta quinta-feira, 13 de outubro, com a direção da Precious Woods em Brasília para tentar convencê-la a aguardar mais um pouco antes de decidir a saída. Dirão que a passagem do projeto de lei de gestão de Florestas Públicas, que deve resolver boa parte do drama regulatório vivido pelas madeireiras legalizadas este ano, está praticamente garantida. O projeto deve ser votado até o final da próxima semana. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Promessa

O drama dos madeireiros legalizados depende em grande parte da demarcação pelo governo do Pará, de áreas de produção florestal no estado. Elas seriam usadas apenas para a exploração da madeira e, segundo cálculos dos técnicos, para manter o atual tamanho da indústria, é necessário que 25 milhões de hectares de florestas sejam separados para este fim. Até dezembro, o governo estadual promete demarcar os primeiros 8 milhões de hectares dessas áreas. No governo federal, há quem duvide da capacidade política do governador Simão Jatene de manter a promessa. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

A outra vítima

Se a Precious Woods sair, ela será a segunda vítima das restrições impostas à execução de planos de manejo florestal na Amazônia este ano. A primeira foi a Ghetal, da Amazonas, que há dois meses oficializou sua decisão de ir embora daqui demitindo 350 empregados. Até o fim da semana, ela coloca outros 350 em aviso-prévio. Os 300 que sobram na sua folha serão despedidos no fim do ano. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Balança

A crise no setor madeireiro legalizado da Amazônia terá impacto na balança comercial brasileira. Em agosto, quando a madeira que seria cortada este ano deveria estar chegando ao mercado, quase nada foi vendido lá fora. No ano passado, os produtos florestais da região Norte trouxeram quase 1 bilhão de dólares em exportações para o Brasil. É metade do que o país conseguiu exportando carne. →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005

Preço

O impacto da crise está fazendo subir os custos para a construção civil no Brasil. Foi esse o recado que a comissária da Casa Civil, Dilma Roussef, ouviu na semana passada de diretores da Confederação Nacional da Indústria (CNI). →

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005