Quase tudo de ruim

As praias têm areia branca, palmeiras e águas cristalinas. Ficam no Oceano Índico e permanecem praticamente desertas o ano inteiro. Apesar das...

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Ameaça submarina

Quando as pessoas pensam em desastres naturais geralmente vêm à cabeça terremotos, tornados ou furacões. Mas o fenômeno da natureza que mais mata...

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Pedaladas no deserto

Conhecer a cordilheira dos Andes é uma aventura que exige, no mínimo, fôlego. Mesmo para quem vai de carro ou de avião. Imagine para quem decide ir...

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Bike na cidade

Uma dica bem mais leve de passeio de bicicleta é a São Paulo Bike Tour dos Namorados, que acontece no próximo domingo, dia 12. São 50 km de...

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Baixou!

A Black Diamond, uma das mais famosas fabricantes de equipamentos de montanhismo, está anunciando promoções. Entre as ofertas, que têm tempo...

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Para não esquecer

Hoje, 7 de junho, a missionária americana Dorothy Stang completaria 74 anos. Seu assassinato, no dia 12 de fevereiro, deixou o país indignado, mas começa a sumir na poeira levantada por novos escândalos. Para lembrar a data, diversas entidades ambientalistas fizeram um ato público na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Elas pedem que o governo cumpra suas promessas de combater a grilagem na Amazônia e reforçar a presença dos órgãos públicos na região. À tarde, os manifestantes se reúnem com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Edson Vidigal, para pedir a federalização do crime. A decisão do STJ sobre o assunto sai amanhã.

Por Lorenzo Aldé
7 de junho de 2005

Efeito Curupira

O deputado José Sarney Filho (PV-MA), relator da CPI da Biopirataria, convocou o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, o presidente do Ibama, Marcus Barros, e outros onze funcionários do instituto e do governo estadual para darem explicações sobre o tráfico ilegal de madeira na região. A audiência acontece amanhã, dia 8, às 14h.

Por Carolina Mourão
7 de junho de 2005

Em defesa da Amazônia

No caderno de opinião de O Globo (gratuito) foi publicado artigo em defesa da Amazônia. Em poucas linhas, Eneas Salati, diretor da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, e Carlos Nobre, pesquisador do Inpe, contam como a Amazônia perdeu 17% de suas matas em 30 anos e os efeitos colaterais do desmatamento. Entre eles, mudanças climáticas, hidrográficas e biológicas.

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Agrotóxico nos rios amazônicos

Um estudo preliminar feito pela Embrapa constatou que os rios da Amazônia vem sofrendo graus inaceitáveis de poluição causada pelo agronegócio na região. Níveis significativos de agrotóxicos já comprometem rios e bacias subterrâneas localizados no Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e de Mato Grosso. Segundo a Agência Folha, o quadro de contaminação das águas tende a se agravar na mesma proporção com que a soja prospera na região.

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Participação do MT

Um levantamento feito pelo Ibama mostra que 20 municípios do Mato Grosso lideram a lista dos que mais desmataram a Amazônia em 2005. A maioria fica na área de Sinop, uma cidade que nasceu por causa da produção de soja na região. Entre dezembro de 2004 e abril deste ano, já foram derrubados 845km2 de mata no estado. O número foi divulgado pelo Ibama e publicado na Gazeta de Cuiabá (gratuita).

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Toma lá, dá cá

A Petrobras, quem diria, deve recuperar 9,1 milhões de reais dos 51 milhões pagos pelo vazamento de óleo na Baía de Guanabara em 2000. Uma auditoria realizada pelo Ibama concluiu que o dinheiro destinado a Ongs e órgãos municipais e estaduais foram mal empregados e exige a devolução de R$ 26 milhões. Parte voltará para os cofres da petroleira e 16,9 milhões serão embolsados pelo próprio Ibama, revela O Globo.

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005

Golfinhos espertos

Os golfinhos nariz-de-garrafa desenvolveram uma técnica surpreendente na Austrália: usam esponjas marinhas na ponta do nariz para procurar comida escondida na areia. A ferramenta de caça protege os bicos e permite que se cave mais fundo. O uso de ferramentas é um hábito cultural e apenas utilizados por espécies muito desenvolvidas, como o homem e os chimpanzés. O The New York Times (gratuito) publicou a foto do golfinho com uma esponja no nariz. Segundo os cientistas, a tática é repassada de mãe para filhote.

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005