Não demos

Em O Estado de S. Paulo, uma reportagem que deveria estar em O Eco. Trata do Atlas de Conservação da Natureza no Brasil, trabalho de mais de 300 páginas que mapeia as áreas de preservação do país. É coisa grande, que enobrece estante de livros de qualquer casa.

Por Manoel Francisco Brito
9 de maio de 2005

Liberou

Enquanto no Brasil se discute o projeto de lei para abrir a exploração de florestas públicas no Brasil a empresários privados, George Bush, nos Estados Unidos, nem se preocupa mais em debater o assunto. Notícia no The Washington Post diz que ele decidiu abrir 58, 5 milhões acres de florestas virgens em território americano a vários tipos de empreendimentos econômicos. Os agraciados com as concessões terão inclusive o direito de construir estradas nas florestas onde estarão fazendo seu manejo. Desde 1995, vigorava um decreto federal excluindo a área que Bush abriu aos empresários de qualquer tipo de atividade econômica.

Por Manoel Francisco Brito
9 de maio de 2005

Menos ruim

A colunista de nutrição da Slate, Sara Dickerman, experimentou carne artificial feita com um fungo, o fusariam venenatum, popularmente chamado de Quorn, que tem sido objeto de polêmica nos Estados Unidos. Coalizão de cientistas quer que qualquer embalagem de produtos à base de Quorn indiquem no rótulo que eles contém microproteínas, uma fonte não tradicional de alimento. Dickerman acha que não faz diferença e que entre os substitutos de carne descobertos pelo homem, Quorn é de longe o mais delicioso. Não tem qualquer sabor, o que segundo ela é melhor do que o sabor de agro-tóxicos que ela sentiu ao ingerir carne de soja.

Por Manoel Francisco Brito
9 de maio de 2005

Pequeno grande problema

O Centro de Controle de Doenças, órgão americano responsável pelo monitoramento e combate à epidemias, divulgou alerta sobre a infecção de seres humanos em mais de 10 estados do país com bactéria encontrada em animais domésticos de pequenos porte, como hamsters. O Centro diz que o problema é sério, conta reportagem do The USA Today.

Por Manoel Francisco Brito
9 de maio de 2005

Novas audiências

O Governo decidiu conceder mais prazo para a discussão sobre as novas áreas de preservação das araucárias em Santa Catarina. Nesta sexta-feira, dia 6, o governador do estado, Luiz Henrique, e o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, anunciaram que haverá mais encontros para tirar as dúvidas

Por Lorenzo Aldé
6 de maio de 2005

Problemas de execução

As lideranças madeireiras no Pará acham que o projeto de lei de gestão de Florestas Públicas vai passar sem maiores mudanças. Mas continuam preocupados com o curto prazo e a capacidade do governo de implementar o que vai constar do texto da lei, se ela for realmente aprovada. Em janeiro, quando os madeireiros do Oeste do Pará protestaram contra o cancelamento de planos de manejo, Brasília fez duas sugestões, prontamente aceitas, para minorar o problema no curto prazo. Uma, aprovar o manejo em caráter de urgência em pelo menos duas Florestas Nacionais. A outra, acelerar a regularização da situação de assentamentos do Incra para permitir o corte de árvores neles. Nada saiu do papel.

Por Redação ((o))eco
6 de maio de 2005

SFB x Ibama

Os secretários de Meio Ambiente do Amazonas, Virgílio Vianna, e do Pará, Gabriel Guerreiro, defenderam a criação do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) durante audiência na Câmara dos Deputados sobre o projeto de lei de gestão de Florestas Públicas. Argumentaram que é bom separar as atividades de licenciamento de manejo em florestas da fiscalização e do monitoramento, para não haver conflito de interesses. No Acre e no Amazonas, inclusive, as estruturas administrativas funcionam assim. Um órgão gere, o outro fica de olho. Mas a questão está longe de ser uma unânimidade. A deputada Vanessa Graziotin (PC do B-AM) apresentou substitutivo à Comissão Especial que analisa o projeto, garantindo o Ibama também como órgão licenciador e restringindo a concessão para a exploração de madeira às áreas demarcadas como Florestas Nacionais.

Por Redação ((o))eco
6 de maio de 2005

Sujeira na limpeza

Em fevereiro de 2004, a Associação Pro Teste avaliou 11 marcas de sabão em pó e concluiu que 8 delas continham perigosas quantidades de fósforo em suas fórmulas. O ingrediente deteriora o meio ambiente, por levar muito tempo para se decompor e provocar a eutrofização de rios e lagos, ou seja, o crescimento exagerado de

Por Lorenzo Aldé
6 de maio de 2005

Tio radical

Contra todas as expectativas do mundo do surf, o prêmio Billabong XXL de maior onda surfada no ano de 2004 foi para Dan Moore, pelo menos 20 anos...

Por Ana Redação ((o))eco
6 de maio de 2005

O Sapinho laranja

Com máquina digitial Canon 20D, lente Canon Macro de 100 mm, tripé e dois flashes, Marcos Sá Corrêa estava pronto para fotografar o pequeno.

Por Redação ((o))eco
6 de maio de 2005

Odeio carne

Fóssil de dinossauro com 125 milhões de anos está dando aos pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, a oportunidade de pela primeira vez estudar uma espécie em estágio de transição de carnívoro para herbívoro. Não se sabe exatamente o que aconteceu. Apenas que a mudança começou a ocorrer em período em que a Terra ficou mais quente e vários vegetais, antes inexistentes, começaram a surgir na superfície do planeta. A reportagem é do The New York Times.

Por Manoel Francisco Brito
5 de maio de 2005

A culpa é da gravata

Manja a mania que tomou conta nos últimos anos no Ocidente que transformou a sexta-feira num dia onde qualquer um fica desobrigado de comparecer “embecado” ao trabalho – homens de terno e gravata, por exemplo. Pois é, no Japão, ela está chegando este ano e com uma tremenda diferença. Lá, a coisa é política de governo. O primeiro-ministro Junichiro Koizumi abriu seu colarinho para comparecer à entrevista coletiva que convocou para instar seus compatriotas a relaxarem sobre suas roupas, pelo menos durante os meses de verão. Koizumi acha que se todos os homens deixarem suas gravatas em casa, o Japão vai diminuir o consumo de ar condicionado e economizar energia. Ele não explicou a conta que o fez chegar a esta conclusão. O The Los Angeles Times diz que é puro marketing e que no fundo a briga do governo contra a gravata serve apenas para que ele projete uma imagem de moderninho.

Por Manoel Francisco Brito
5 de maio de 2005