BR 319

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Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2009

Máfia siciliana de olho na energia limpa

A polícia italiana deu início a uma investigação que pode comprometer a produção de energia eólica no país. Chamada “Operação Vento”, a ação investiga a participação da Máfia Siciliana na construção de usinas eólicas. O esquema mafioso funciona por meio da oferta de dinheiro e votos a políticos locais em troca de licenças para a construção de usinas, que são vendidas posteriormente a preços milionários para multinacionais. Por conta dos subsídios italianos e da União Européia, além dos mais elevados índices de garantia de investimento do mundo – 180 euros por quilowatt/hora gerado - as usinas eólicas transformaram-se em um atraente mercado para o crime organizado. Os governos regionais da Sicília, Calábria e Basilicata já suspenderam as autorizações para construção de novos empreendimentos. Até o momento, a Itália é o quarto maior produtor europeu de energia eólica da Europa. A notícia é do Financial Times.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2009

Ação ambiental equivocada

A empresa Google Inc. contratou os serviços de 200 cabras de uma empresa chamada California Grazing para aparar a grama de sua sede de Mountain View, no Vale do Silício (EUA), agora na primavera americana. A motivação, segundo blog da empresa, é ambiental, já que as cabras poluiriam menos do que cortadores. O que o google não lembrou foi que cabras são animais ruminantes e, por isso, emitem metano em suas flatulências, componente que polui 23 vezes mais  que o CO2. E a moda não foi inventada pela líder em sistemas de busca na internet. Yahoo! e prefeitura de San Francisco usam a mesma técnica há algum tempo.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2009

O Eco na Rádio Câmara

A influência das mudanças climáticas em eventos extremos, como enchentes no Norte e Nordeste e seca no Sul do país, é tema central do programa Salão Verde de hoje (4), da Rádio Câmara. No programa, também são tratados assuntos como excesso de agrotóxicos nos alimentos e sua influência em doenças como câncer, além do comentário semanal de O Eco, sobre a pavimentação da BR 319 (RO/AM). Ouça aqui.

Por Redação ((o))eco
4 de maio de 2009

Grilagem na mira do Conselho Nacional de Justiça

A Comissão Permanente de Monitoramento, Estudo e Assessoramento das Questões Ligadas à Grilagem, criada pelo Tribunal do Justiça do Pará em 2007 para resolver conflitos de terra no estado, envia hoje (30) ao Conselho Nacional de Justiça uma petição solicitando o cancelamento administrativo de documentos de posse com evidência de grilagem ou incorreção. O motivo da petição foi o resultado de um estudo que aponta irregularidades em 6.102 títulos de terra. Somados, os papéis representam mais de 110 milhões de hectares, área quase do tamanho de dois estados do Pará. Com o cancelamento administrativo, o grupo pretende evitar a tramitação normal do processo, que pode levar anos.  Entre os famosos casos de grilagem neste estado  está o de Carlos Medeiros, ente jurídica e fisicamente inexistente que acumula 167 títulos de terras, somando 1,8 milhões de hectares em dez municípios paraenses. Tais títulos já estão bloqueados.

Por Redação ((o))eco
30 de abril de 2009

SOS Fauna pede socorro

A não-governamental paulista SOS Fauna, que trabalha no cuidado a espécies silvestres vítimas do tráfico, enviou hoje (30) um pedido de socorro via internet. Devido à apreensão ocorrida em São Paulo no último domingo, na qual cerca de 200 animais foram resgatados, a entidade solicita ajuda para manter alimentação e locação adequada dos espécimes, até que o destino deles seja decidido pelo Ibama. Na lista de itens faltantes na entidade constam desde areia, minhocas e mel, até uma lavadora de alta pressão para limpeza. O contato pode ser feito com Marcelo Pavlenco Rocha, presidente da ONG, pelos telefones (11) 9722 1233 e (11) 8323 7449.Saiba Mais Mercado negro de animais silvestres em SP

Por Redação ((o))eco
30 de abril de 2009

Como são bons aqueles ares

Acabo de chegar de Buenos Aires. Apesar das poucas políticas públicas voltadas ao meio ambiente, a capital argentina tem ruas largas e prédios baixos, o que reduz o tráfego e aumenta a circulação dos ventos. Por Felipe Lobo.

Por Redação ((o))eco
28 de abril de 2009

Novidade na Serra do Cachimbo (PA)

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal da Bahia acabam de publicar artigo na revista eletrônica Neotropical Ichthyology descrevendo uma nova espécie de jupiaba. Encontrada no alto rio Curuá, bacia do rio Xingu (PA), a nova espécie de peixe difere de seus congêneres pela posição e número de dentes e manchas escuras dispostas de forma exclusiva pelo corpo. A descoberta, segundo os autores, indica que na Serra do Cachimbo, onde o rio está localizado, os peixes foram isolados nas áreas acima das cachoeiras e é provável que existam muitas espécies endêmicas. Segundo o documento, a área necessita de “esforços especiais” de conservação, já que é alvo de intensa pressão humana. Pastos, desmatamentos e até o projeto de uma hidrelétrica estão entre tais pressões.

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2009

Animais selvagens em declínio no Quênia

A ocupação cada vez mais freqüente de humanos no entorno do parque africano de Masai Mara, no sudoeste do Quênia, está acabando com a vida selvagem da reserva. Segundo estudo recém publicado no British Journal of Zoology, certas espécies estão a ponto de desaparecer na unidade. As populações de girafas, por exemplo, diminuíram 95% em quinze anos. As de javalis caíram 80% e de antílopes 76%. Sem apoio do governo, comunidades tradicionais que antes viviam em harmonia com a vida selvagem passaram a ser um perigo para ela. Para garantir sua subsistência, elas têm lançado mão da caça e da criação de bois, que ocupam áreas originalmente de animais selvagens. A notícia é do site Mongabay.

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2009

APPs vigiadas pela justiça

Cerca de 200 proprietários rurais de São Paulo e Paraná foram obrigados pela Justiça Federal a preservar suas Áreas de Proteção Permanente (APPs) localizadas às margens dos rios Paraná e Grande, na altura da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira e Água Vermelha. A decisão da Justiça atende a 197 liminares pedidas em 246 ações civis públicas movidas pelo Ministério Público Federal em Jales, interior paulista, porque os proprietários não vinham cumprindo a lei de preservação. A partir de agora, eles não poderão fazer intervenções em uma faixa de 100 metros a partir da margem, para que a vegetação possa se recompor. As empresas responsáveis pelas hidrelétricas também foram incluídas na Ação e devem ser fiscalizadas.

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2009