Destrava o ouvido

Para se fazerem ouvir, servidores do Ibama formaram um grupo de trabalho que vem, no último mês, preparando um relatório com sugestões para a melhoria do licenciamento ambiental. Entre as idéias, os técnicos colocam a necessidade haver mais servidores concursados no órgão, evitando a contratação de consultores. Isso pode contribuir para diminuir a rotatividade de mão de obra dentro da Diretoria de Licenciamento, apontado como um dos principais problemas.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Destrava a língua

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, vem anunciando a Deus e o mundo que vai agilizar as licenças ambientais. Na segunda desta semana até adiantou o nome do pacote a alguns jornalistas: “Destrava Ibama”. Além disso prometeu para amanhã, quinta, o lançamento das novas medidas. Apenas um detalhe importante: nenhum dos funcionários do Ibama, muito menos os servidores da Diretoria de Licenciamento Ambiental, foram informados até agora sobre o conteúdo das mudanças propostas por Minc.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Sem peixe

Neste último fim de semana, os restaurantes de Novo Airão, fecharam por falta de peixe na cidade. Novo Airão fica na margem direita do rio Negro, a 120 quilômetros de Manaus, em frente ao arquipélago das Anavilhanas. Sem peixe, apesar de ficar no rio com segundo maior volume de água do mundo, o final de semana desta cidade ribeirinha acabou em pizza.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Monitoramento

Em contrapartida, o Ministério publicará todos os planos de manejo para a Amazônia na internet, com informações que permitirão o monitoramento independente por satélite. O Imazon já está se preparando metodologicamente para fazer esse monitoramento.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

O pacto

No acordo, além do compromisso de só comprar madeira de manejo, também se comprometem a verificar na sua cadeia de suprimentos e de distribuição, se fornecedores e consumidores de seus produtos também obedecem a essa norma.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Nem legal

Nem madeira de desmatamento legal, como no caso recente da Vale em Paragominas, que foi autorizada a desmatar 30 mil metros cúbicos para abrir uma mina, eles usarão. Acham que pode acabar incentivando desmatamento ilegal que, de outra forma, talvez não ocorresse.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Pacto madeireiro

No próxima sexta, dia 18, o ministro Carlos Minc vai a Belém assinar um pacto com os exportadores de produtos de madeira, reunidos na AIMEX, Associação da Indústria Madeireira de Exportação. Os signatários se comprometem a só comprar madeira de planos de manejo aprovados.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008

Pacto madeireiro

No próxima sexta, dia 18, o ministro Carlos Minc vai a Belém assinar um pacto com os exportadores de produtos de madeira, reunidos na AIMEX, Associação da Indústria Madeireira de Exportação. Os signatários se comprometem a só comprar madeira de planos de manejo aprovados.

Por Gustavo Faleiros
16 de julho de 2008

Nem legal

Nem madeira de desmatamento legal, como no caso recente da Vale em Paragominas, que foi autorizada a desmatar 30 mil metros cúbicos para abrir uma mina, eles usarão. Acham que pode acabar incentivando desmatamento ilegal que, de outra forma, talvez não ocorresse.

Por Gustavo Faleiros
16 de julho de 2008

O pacto

No acordo, além do compromisso de só comprar madeira de manejo, também se comprometem a verificar na sua cadeia de suprimentos e de distribuição, se fornecedores e consumidores de seus produtos também obedecem a essa norma.

Por Gustavo Faleiros
16 de julho de 2008

Monitoramento

Em contrapartida, o Ministério publicará todos os planos de manejo para a Amazônia na internet, com informações que permitirão o monitoramento independente por satélite. O Imazon já está se preparando metodologicamente para fazer esse monitoramento.

Por Gustavo Faleiros
16 de julho de 2008

Agrotóxicos liberados

Uma decisão judicial suspendeu, nesta segunda-feira, a reavaliação que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fazia de componentes de 99 agrotóxicos usados no país. A liminar foi conseguida pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), e a agência sanitária já avisou que vai recorrer. Segundo o Jornal do Brasil, a análise das substâncias faz parte de um programa da Anvisa para identificar os ingredientes que podem afetar a saúde dos agricultores e da população que consome alimentos tratados com esses produtos. A Anvisa diz que os componentes reavaliados já são questionados em países estrangeiros, mas seguem vendidos por aqui. O Sindag critica a autonomia que a agência teria para intervir na produção dos agrotóxicos.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2008