Nem o beabá

Aparentemente, segundo o relatório, o Banco Mundial nem tem bem uma idéia do que são investimentos ambientais. Dos 6 mil 792 projetos auditados, 2 mil 401, com uma valor total de 59 bilhões de dólares, foram oficialmente classificados como investimentos diretos em meio ambiente e gestão de recursos naturais. Um exame mais detido, no entanto, revelou que apenas uma minoria, com recursos equivalentes a 18.2 bilhões de dólares, poderiam ser incluídos nessa rubrica. →

Por Redação ((o))eco
22 de julho de 2008

O banco não é tão melhor

Mas o meio ambiente também sofre por conta de problemas internos ao Banco Mundial. Segundo o relatório da auditoria, além da falta de interesse, não há monitoramento e muito menos cobrança quanto à sustentabilidade de longo prazo dos projetos aprovados. A organização interna do banco, baseada em países e não áreas geográficas também é outro fator de dificuldades, pois boa parte dos projetos que são financiados têm impacto além de fronteiras nacionais. →

Por Redação ((o))eco
22 de julho de 2008

De$matamento

A auditoria deteve-se em projetos do Banco e suas afiliadas em países considerados pobres, localizados na África e Sudeste da Ásia, e emergentes, entre eles India, Rússia, China e Brasil. No período analisado, nós fomos o terceiro país com mais empréstimos aprovados pelo banco, 356, que somados trouxeram para cá investimentos de mais de 38 bilhões de dólares. Um bom pedaço dessa grana financiou o desmatamento recente da Amazônia. →

Por Redação ((o))eco
22 de julho de 2008

Jirau homologado

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta terça o polêmico projeto da Usina de Jirau, a segunda no Rio Madeira (RO). Depois de vencer o leilão de concessão, o consórcio formado por Suez Energy, Camargo Corrêa, Chesf e Eletrosul tirou da manga grandes alterações no projeto. Seria a única forma de manter o preço de venda da energia, e de quebra cortar impactos ambientais, dizem as empresas. Se o disparate for aceito pelo governo, pode-se abrir grave precedente para mudanças drásticas em outros projetos, desacreditando o processo de licenciamento ambiental. dizem fontes ambientalistas. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Terceiro

Será dia 28 a terceira tentativa do governo de leiloar os já famosos bois piratas. São 3.046 das mais de 10 mil cabeças apreendidas na Estação Ecológica da Terra do Meio (PA), na Amazônia. A última cotação para o gado foi de R$ 3,151 milhões. Para os fracassos nas vendas, o Ministério do Meio Ambiente aponta como causas o preço, o custo do transporte e o anúncio, por políticos da região, de que sua retirada não seria pacífica. "Toda a segurança necessária à retirada dos animais será dada ao ganhador do leilão", disse o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, em nota distribuída ontem à noite. Um novo preço para a boiada será anunciado esta semana, considerando as circunstâncias de venda e o valor praticado na região. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Precaução para escanteio

Nesta segunda-feira o Superior Tribunal de Justiça suspendeu a liminar que embargava as obras da usina hidrelétrica de Mauá (361MW), no rio Tibagi (PR). A decisão cancela a exigência de elaboração e cumprimento da Avaliação Ambiental Integrada (AAI), uma antiga reivindicação dos movimentos ambientais contra a tentativa de barrar um dos últimos rios sem usinas do estado. Para o ministro Humberto Gomes de Barros, a condicionante atrasa a geração de energia, podendo causar problemas de abastecimento ao país. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Megabiodiversidade

A região prevista para a construção do barramento é considerada por pesquisadores uma das áreas mais importantes do Paraná para conservação da biodiversidade. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Garimpo ilegal

No último fim de semana foi desarticulado um garimpo clandestino que operava em Paranaíta, na divisa do Mato Grosso com o Pará. Quando fiscais do Ibama, apoiados pela Polícia Federal e Força Nacional de Segurança, chegaram à gleba Mandacaru, encontraram toras obstruindo as estradas de acesso no meio da floresta. Cinco garimpeiros foram presos. Esta foi a quinta operação deste tipo na base operativa de Alta Floresta. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Comissão

O presidente Lula criou nesta terça-feira a Comissão Nacional de Combate à Desertificação, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente. A intenção é implementar a política nacional de combate à desertificação e aos efeitos da seca, em diversas esferas de atuação, com ajuda de outros dez ministérios que compõem o grupo, governos estaduais e empresas. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Estoque de carbono

O primeiro dia de discussões da 8a Conferência Internacional de Áreas Úmidas, que ocorre esta semana em Cuiabá, foi repleto de alertas sobre a necessidade de conservação dessas áreas, enquanto há tempo. O pesquisador Paulo Teixeira de Souza Jr, secretário executivo do Centro de Pesquisas do Pantanal, ressaltou que essas regiões ajudam a regular o clima e estocam uma quantidade relevante de carbono na atmosfera, podendo mexer no clima global se a destruição dessas zonas continuar. Pelas contas do professor Eugene Turner, da Associação Internacional de Ecologia, as zonas úmidas guardam 20% do carbono presente nas áreas terrestres. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Cuidado especial

Pesquisadores defenderam ainda uma legislação específica para zonas úmidas, recomendação que será incluída na Carta de Cuiabá na próxima sexta-feira, no final da 8ª Conferência Internacional de Áreas Úmidas. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008

Blog

O colunista de fotografia de O Eco, Adriano Gambarini, estreou na revista National Geogrephic Brasil um blog em que conta pedacinhos de suas aventuras para fotografar a natureza. Belas imagens da Toca da Boa Vista, a maior caverna do Brasil, e a dureza para conseguir os efeitos desejados são o tema da última postagem. →

Por Gustavo Faleiros
22 de julho de 2008