Primeiras licenças

O governo do Rio de Janeiro vai conceder nesta sexta-feira as primeiras licenças ambientais para assentamentos rurais no estado. Serão apenas dois na região do médio Paraíba, que abrigam 77 famílias.

Por Redação ((o))eco
20 de junho de 2008

Vergonhoso

O juiz federal Carlos Haddad, de Marabá, suspendeu a liberação de recursos para os assentamentos da região sudeste do Pará. Motivo: falta de fiscalização do Incra na aplicação do dinheiro. Segundo denúncia do Ministério Público, a desordem era tanta que a fiscalização do uso das verbas públicas tinha virado responsabilidade de um agente de portaria da superintendência do Incra de Marabá e de um auxiliar de enfermagem. A medida atinge mais de 76 mil famílias em 473 assentamentos.

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20 de junho de 2008

Fiscal nível médio

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que fiscais do Ibama de nível médio têm competência para lavrar autos de infração sobre crimes como desmatamento ilegal, falta de licenciamento e ilícitos contra fauna e flora. Cerca de 80% dos autos lavrados pelos técnicos foram contestados entre 2002 e 2006 por causa dessa questão, o que atrapalhou e muito o recebimento das multas.

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20 de junho de 2008

Insuficiente

A média de emissões de licenças ambientais para assentamentos do Incra ainda é baixa. Em estados como Mato Grosso, apenas um caso no problemático município de Feliz Natal pode se gabar de ter o aval ambiental.

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20 de junho de 2008

Desmonte gaúcho

Representantes de diversas entidades fizeram uma manifestação nesta quinta, dia 19, em frente ao ao Palácio Piratini, em Porto Alegre. O protesto foi contra a corrupção do governo Yeda Crusius (PSDB) e o desmonte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, conforme denunciado por O Eco. O governo gaúcho está envolvido em diversas denúncias, pois o próprio vice-governador do Estado, Paulo Feijó (DEM), gravou uma conversa onde o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Buzatto, afirma que recursos públicos serviam para financiamento de campanhas do PP e PMDB.

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20 de junho de 2008

Ambientalistas em guerra

Ambientalistas vêm participando destes protestos também porque há tempos vêm denunciando o desmonte das políticas ambientais promovido pelo atual governo. Citam, por exemplo, o desprestígio aos técnicos dos órgãos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente; a estratégia de aprovação do Zoneamento Ambiental da Silvicultura, que teve o seu conteúdo flexibilizado e a proposta de redução da faixa de fronteira, que visa favorecer a exploração de terras brasileiras por empresas estrangeiras de celulose, setor este que financiou com destaque as campanhas das últimas eleições para governo do Estado.

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20 de junho de 2008

Brincando de natureza

Com o período de seca batendo à porta da Califórnia, a prefeitura de Los Angeles já resolveu que sua cidade não vai participar da estiagem. Quebrou o cofrinho e vai aplicar quase um milhão de dólares para fazer chover, bombardeando as nuvens com iodeto de prata. A prática é velha conhecida dos chineses, que pretendem usá-la para baixar a poeira durante as Olimpíadas, como se estivessem trocando um canal de TV. Um engenheiro do município americano diz que eles só estarão persuadindo a mãe natureza a fazer seu trabalho. Mesmo com aportes financeiros para lá de generosos, não há cientista no mundo que tenha dado o carimbo de eficácia para o método. A notícia é do britânico The Independent.

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20 de junho de 2008

Controle da vida selvagem

A batalha por terra entre humanos e espécies selvagens na África está levando muitos animais à morte. Um inseticida altamente mortal para os bichos, chamado carboturano, tem sido usado menos como inseticida e mais como uma forma fácil de “controlar a vida selvagem” africana, isto é, de se livrar dos predadores. Na reserva de Masai Mara, no Quênia, o produto caiu na cadeia alimentar dos animais e provocou mortes seguidas de hipopótamos, leões e abutres. Apesar de ser proibido em vários países do mundo, o carboturano é encontrado facilmente pelas ruas de cidades quenianas e introduzido deliberadamente nas carcaças de bois, por exemplo, para matar os animais que atacam as cabeças de gado dos pastores locais. Confira reportagem em vídeo feita pela BBC.

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20 de junho de 2008

Baleias chilenas

Na próxima segunda-feira, a Comissão Baleeira Internacional (CIB) aporta em Santiago, no Chile, com uma boa notícia nas mãos: durante a reunião, a presidente do país, Michelle Bachelet, deve anunciar novas leis contra a caça dos animais. Um vídeo do Guardian mostra um discurso que a chilena fez no último mês, prometendo declarar os cetáceos patrimônio natural do Chile, e imagens de navios japoneses caçando para “fins científicos”. O Greenpeace defende a criação de um Santuário das Baleias internacional.

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20 de junho de 2008

Aeroportos limpos

Durante uma assembléia que reuniu os dirigentes de mais de 400 aeroportos europeus esta semana, uma coisa ficou decidida: todos vão se esmerar para que as emissões do setor sejam reduzidas. O objetivo traçado, no entanto, foi bem além, e a idéia é que os estabelecimentos consigam atingir a neutralidade em carbono. Não foram especificados prazos para isso, mas segundo o Conselho Internacional dos Aeroportos, os que se prontificarem a abraçar a causa terão um ano para começar a mexer os pauzinhos. A notícia é do jornal português Público.

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20 de junho de 2008

Cassol e Maggi

Em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente nesta quinta-feira, os governadores de Rondônia e Mato Grosso, Ivo Cassol e Blairo Maggi, voltaram a criticar o governo federal e as ONGs de meio ambiente. Ambos defenderam que suas administrações ajudaram a reduzir o desmatamento e que nenhum incentivo econômico para atividades sustentáveis tem sido dado. “Me mostre um projeto sustentável na Amazônia”, intimou Cassol. Maggi voltou a dizer que o INPE erra e que no Mato Grosso não há aumento da degradação. “Faço convite a esta comissão. Despesa do estado”, prontificou-se.

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19 de junho de 2008

Pela soja transgênica

Produtores de soja do Paraná ajuizaram no Supremo Tribunal Federal uma ação direta de inconstitucionalidade contra uma lei estadual que impõe restrições ao uso de organismos geneticamente modificados na produção local. A Associação Brasileira de Sementes e Mudas alega que esteja havendo infração constitucional pelo fato de o governo paranaense cobrar critérios diferentes aos disciplinados pela União. A relatora do caso será a ministra Ellen Gracie.

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19 de junho de 2008