Empresa poluidora

A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo fechou as portas de uma empresa clandestina de beneficiamento de alumínio, na última quinta-feira. A empresa vinha retirando água do córrego Inácio Monteiro, na zona leste da cidade, sem autorização e ainda o contaminava ao devolver os resíduos do tratamento do alumínio de volta às suas águas. Na operação, foram presas 16 pessoas por crime ambiental. Elas deverão responder a processo.

Por Redação ((o))eco
9 de maio de 2008

Desenho pelo meio ambiente

A preocupação com a natureza de Murilo Hideki Ashiguti um paulista de 12 anos, morador da cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, vai levá-lo em breve à Nova Zelândia. Ele foi o vencedor da etapa América Latina e Caribe da 17ª edição do Concurso Internacional de Pintura Infantil sobre o Meio Ambiente, uma iniciativa global do Programa das Nações Unidas para o assunto (UNEP, na sigla em inglês). O tema deste ano foi sobre as atitudes a serem tomadas para reduzir o impacto negativo da ação do homem na natureza em um cenário de mudança climática. Murilo é o primeiro brasileiro a vencer o concurso. Os desenhos vencedores das edições passadas e os ganhadores deste ano podem ser conferidos no site da UNEP.

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9 de maio de 2008

Da mesa ao lixo

Enquanto o mundo bate boca sobre a escassez de alimentos que pode vir por aí, todos os dias um rio de comida vai parar nas lixeiras. Uma pesquisa feita pelo governo do Reino Unido revelou que um terço dos produtos alimentícios comprados pelos britânicos é jogado fora sem qualquer cerimônia. Em números, isso totaliza nada menos que dez bilhões de libras (cerca de R$ 33 bilhões). O levantamento vai além, e diz que no barco do desperdício não entram apenas os restinhos que ficam na beirada do prato. Pelo menos 13 mil embalagens de iogurte estragam nas prateleiras das residências anualmente. Isso apenas para citar um exemplo. O ministro do Meio Ambiente, Joan Ruddock, ficou bobo com as estatísticas e lembrou que o desperdício é um golpe na natureza, que sofre com o processo que envolve produção, transporte e excesso de lixo. A notícia é do Telegraph.

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9 de maio de 2008

Matriz limpa?

Preocupado em espalhar por aí o quão limpa é a matriz energética brasileira, o presidente Lula talvez nem tenha reparado a expansão do carvão mineral em território nacional. Conforme divulgou nesta quinta-feira a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no último ano o consumo do carburante negro ganhou um impulso de 8,6% aqui. De acordo com a EPE, a elevação foi necessária para matar a fome das siderúrgicas. No mesmo informe da companhia ligada ao Ministério de Minas e Energia, foi revelado que as hidrelétricas deram lugar para a cana-de-açúcar ocupar o posto de segunda principal fonte de energia do país. Na primeira colocação, o petróleo segue invicto. A notícia é do Globo Online e do jornal Estado de S. Paulo.

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9 de maio de 2008

Etanol caseiro

Preço do petróleo subindo e consumidores com maior consciência ambiental. Esse foi o contexto considerado ideal para que dois americanos resolvessem lançar a MicroFueler, uma máquina caseira para a produção de etanol. Floyd Butterfield e Thomas Quinn pretendem botar a geringonça no mercado até o fim do ano, por aproximadamente 10 mil dólares. Apesar do preço salgado, a dupla assegura que o investimento vai ter retorno: um galão de etanol sairia por apenas um dólar, dizem. Com a fundação da empresa E-Fuel, eles acreditam que em alguns anos as máquinas vão disputar espaço com piscinas e churrasqueiras nos quintais das casas. A notícia é do Planet Ark.

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9 de maio de 2008

Vôo curto

Depois de terem chegado quase à extinção nos EUA na década de 1970, devido à contaminação por DDT, os falcões peregrinos voltaram a chamar a atenção dos norte-americanos neste início de século XXI. O alerta soou novamente após a descoberta de que a espécie está sofrendo com a contaminação por produtos químicos tóxicos. Segundo uma pesquisa feita na Califórnia, a contaminação da ave ocorre a partir de sua alimentação por pombos urbanos. Os compostos químicos, que imitam hormônios da tireóide, podem danificar o desenvolvimento do sistema nervoso e são os mesmos que em ratos de laboratório causaram redução da habilidade motora e alteração comportamental, diz notícia do Los Angeles Times. Não é de se espantar que a sujeira das indústrias está por trás da contaminação.

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9 de maio de 2008

Filhote de jararaca

Este pequeno filhote de jararaca repousava silencioso e alerta aos pés da imponente Cachoeira do Segredo, no interior do município de Alto Paraíso...

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8 de maio de 2008

Fogo anunciado

A partir da próxima segunda-feira, dia 12, o Instituto Estadual de Florestas do Rio de Janeiro (IEF) passa a divulgar a vulnerabilidade das matas fluminenses diante de possíveis queimadas. O Índice de Riscos de Incêndios Florestais vai chegar diariamente aos órgãos de comunicação, ganhando importância entre maio e outubro. As equipes de prevenção e controle do fogo vão se guiar pelos gráficos para ir a campo. De acordo com o IEF, na maioria das vezes os incêndios se alastram a partir de balões, queima de lixo ou limpeza de terreno.

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8 de maio de 2008

Efeito Colateral

O que tem ajudado a preservar a natureza lá no país do Tio Sam e no continente europeu está prejudicando o meio ambiente aqui do Brasil. Isto é o que diz um estudo realizado por britânicos e brasileiros, publicado nesta quinta-feira na revista Nature. Segundo o estudo, a seca recorde que assolou a Amazônia em 2005 foi provocada pelo combate à chuva ácida nos EUA e Europa somada ao aquecimento global. Com a diminuição das partículas de enxofre no ar do hemisfério Norte, associada às emissões de dióxido de carbono, um clima anormal foi criado no oceano Atlântico, provocando a estiagem. A previsão dos cientistas é que, com o sucesso cada vez maior das políticas de combate à poluição por enxofre, as grandes secas na Amazônia tornem-se cada vez mais freqüentes. Para que a floresta não entre em colapso até 2100, a solução é reduzir a carga de CO2 na atmosfera, sugere reportagem da Folha Online.

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8 de maio de 2008

No topo do ranking

Um estudo divulgado pela revista National Geographic nesta quarta-feira pode fazer a imagem do Brasil melhorar perante o mundo no que diz respeito à conservação da natureza. Segundo o documento, os consumidores brasileiros, empatado com os indianos, são os que mais respeitam o meio ambiente. O trabalho analisou o comportamento de 14 mil consumidores em 14 países e indicou que os cidadãos das nações em desenvolvimento têm hábitos mais ecológicos dos que vivem em lugares mais prósperos, quando analisados fatores como transporte, alimentação, habitação e bens de consumo. China e México ficaram com o terceiro e quarto lugar, respectivamente. Os americanos estão na lanterninha do ranking e seus vizinhos canadenses ganharam o penúltimo lugar. Os dados do desempenho do Brasil no índice Greendex estão no site da National Geografic Brasil. O ranking geral pode ser conferido no site internacional da revista.

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8 de maio de 2008

Gigantes maltratadas

Das altas cordilheiras existentes no mundo, os Pirineus e os Alpes são as que mais sofrem com as ações humanas. Este é o resultado de um levantamento feito pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, que analisou 13 cadeias de montanhas no mundo. Para os pesquisadores, o fenômeno dificulta a investigação científica, já que, ao impactar as zonas mais acessíveis das montanhas, as intervenções humanas forçaram os cientistas a estudar somente as áreas menos danificadas, o que levou a muitos erros nos estudos já realizados, diz notícia do jornal El Mundo. Entre as cordilheiras analisadas, as de Papua-Nova Guiné são as que permanecem em melhor estado de conservação.

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8 de maio de 2008

Novo inimigo

Como se não bastassem as várias ameaças que sofrem – como perda de habitat e a caça – os coalas ganharam mais um inimigo: a poluição atmosférica. A conclusão é do pesquisador Ian Hume, da Universidade de Sydney, que depois de estudar a influência dos poluentes nas espécies que servem de alimento para os coalas, descobriu que o aumento do nível de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera diminui os nutrientes das folhas de eucalipto, principal fonte de alimentação desses animais. Com base na descoberta, a previsão do pesquisador é que, a população de coalas será sensivelmente diminuída em 50 anos na Austrália. Em condições ótimas, os coalas tornam–se jovens e começam a madurecer sexualmente em um ano. Com o valor nutritivo das folhas lá em baixo este tempo salta para três a quatro anos. A notícia é da revista Time.

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8 de maio de 2008