Libélula amarela

Esta libélula amarela queria aparecer na capa de O Eco. Ela se aproximou de Manoel Francisco Brito e sua Canon 40D em ISO 200, equipada com lente...

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2008

Planos para Madagascar

Para mensurar a importância da biodiversidade de Madagascar, basta apresentar um dado: 80% das mais de 30 mil espécies conhecidas por ali são endêmicas. Com o objetivo de evitar o sumiço dessa vida selvagem, 22 pesquisadores de seis países carregaram uma parafernália para lá de moderna até a região. Com imagens de satélites e softwares especiais, um mapa foi traçado apontando as áreas mais ameaçadas por atividades econômicas – sim, as árvores de lá caem como aqui – e analisando minuciosamente a distribuição dos bichos e plantas. Os resultados vão indicar ao governo os pontos chaves onde devem ser criadas unidades de conservação. O site The Guardian reuniu 16 fotos de fauna e flora um tanto exóticas que foram encontradas durante as expedições.

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11 de abril de 2008

Cantoria natural

Já faz tempo que o ser humano trocou o canto dos pássaros pelas buzinas, ronco de motores, sirenes e toda sorte de barulheiras. Para que o homem das grandes cidades possa lembrar dos ruídos da natureza mesmo enfurnado num escritório, o diário El Mundo botou no ar uma série chamada “El sonido de la naturaleza”. A cada semana, um grupo diferente de animais vai pôr a voz no trambone, e a cantoria será sempre acompanhada por comentários de especialistas sobre as espécies apresentadas e seus habitats. Quem abre os trabalhos são os passarinhos, que não cansam de assobiar pelo céu de uma Espanha que ainda está preservada.

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11 de abril de 2008

Duas faces do Bird

Acostumado a soltar cheques milionários na mão de empreendedores sujos, o Banco Mundial já se tocou que deve balancear seus gastos. Uma das prioridades atuais da instituição, mostra uma reportagem do Planet Ark, é o meio ambiente. Mas longe de se converter aos encantos da natureza, o suposto altruísmo ambiental do Bird teria surgido pela consciência de que o aquecimento global tem peito para minguar a economia mundial. Com essa certeza pesando sobre as costas, a tendência é que daqui para frente muitos dólares saiam de seus cofres para apoiar projetos de conservação.

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11 de abril de 2008

Bebê pré-histórico

Apesar de ter sido extinto há cerca de cinco mil anos, um filhote de mamute generosamente conservado pelo gelo da Rússia Ártica foi encontrado ano passado. Mesmo carregando 37 mil anos no lombo, o bebê fêmea foi encontrado com tudo em cima, informou o jornal Público. Segundo os cientistas russos responsáveis pela descoberta, o bom estado de Lyuba, como foi batizada, permitiu pela primeira vez que se observasse como são organizados os órgãos internos da espécie. A empolgação dos pesquisadores reergueu o debate sobre a validade de se tentar clonar animais pré-históricos. Uma reportagem da Russia Today postada no You Tube mostra imagens do animal.

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11 de abril de 2008

Leilões ventilados

Com propostas de geração térmica por combustíveis fósseis até o pescoço, os leilões de energia que ocorrem em junho e julho receberam o cadastro de 663 MW a serem gerados por parques eólicos no Rio Grande do Norte. Quem está por trás da exceção é a empresa nacional Bioenergy, que com seus ventos representa um pontinho nos cerca de 40 mil MW inscritos pelo pessoal das térmicas.

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11 de abril de 2008

Energia do bagaço

Além das polêmicas do uso de cana-de-açúcar como biocombustível e de seu papel no combate ao aquecimento global, o Brasil gera atualmente 3,5 mil megawatts de energia queimando bagaço do vegetal, diz o Ministério da Agricultura. O órgão também diz que, se a indústria nacional usasse melhores equipamentos, cerca de 500 milhões de toneladas de cana poderiam ser transformadas em combustível e gerar até 15 mil megawatts de energia. Esses e outros números serão divulgados pela Conab, até o fim do mês.

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11 de abril de 2008

No futuro, quem sabe

Sérgio Marques, presidente da companhia, diz que a alta no barril de petróleo deixa o custo da geração de eletricidade três vezes acima do que é investido nos moinhos de vento. Mesmo assim, o governo não quer saber de aproveitar esse recurso, e não destinou um centavo da Conta de Desenvolvimento Energético à eólica. Marques, no entanto, acredita que conforme os primeiros projetos vão se estruturando, a opção renovável deve ir ganhando espaço na matriz brasileira.

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11 de abril de 2008

Tráfico silvestre

A comerciante Lilaz de Souza Loureiro foi denunciada esta semana à Justiça, pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA). Ela estava exportando partes de animais silvestres, disfarçando a maracutaia como artesanato indígena. Ela foi processada por contrabando, receptação de produto de crime e por formação de quadrilha. Se for condenada, pode emplacar de três a 15 anos de cadeia. Em maio de 2004, a Polícia Federal encontrou em sua residência, em Belém, pedaços de animais registrados como artesanato para que pudessem chegar ao Exterior. Artesanato com partes de animais silvestres só pode ser exportado para intercâmbio científico e cultural e com autorização da Fundação Nacional do Índio.

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11 de abril de 2008

Fala quando quer

O conturbado Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra não gosta de explicar as medidas que adota, só fala do que acha bom. Esta semana, disse que os proprietários rurais que não recadastrarem suas terras ficarão com seus Certificados de Cadastro de Imóveis Rurais irregulares. O órgão diz que todas as propriedades com mais de 240 hectares na Amazônia Legal devem se regularizar. Caso contrário, não poderão vender, desmembrar, arrendar ou hipotecar terrenos. O Incra também prometeu divulgar um número de propriedades que obedeceram ao recadastramento na segunda (14).

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11 de abril de 2008

Blog socioambiental

Há mais de uma semana a coluna de Marc Dourojeanni escrita para O Eco com o título Socioambientalista? vem gerando uma polêmica considerável entre os leitores. A idéia do articulista foi criar um questionário com 20 perguntas sobre as crenças do militante da causa ambiental para determinar se ele se alinha ou não com a vertente conhecida desde a década de 90 como socioambientalismo. Nesta quinta-feira, na inauguração do blog “Socioambientalista sim, e daí?”, Nurit Bensusan, ‘ongueira’ de larga experiência, resolveu fazer um questionário invertido para enquadrar aqueles que ela classifica com “ambientalistas de resultados”. Você que respondeu o de Marc, veja como se sai no de Nurit. Boa sorte.

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11 de abril de 2008

Quadrilha internacional

Na época da apreensão, segundo o MPF/PA, a acusada integrava uma quadrilha chefiada pelo norte-americano Milan Hrabovski, que, através das suas empresas Rain Forest Crafts e Tribal Arts, sediadas na Flórida (EUA), encomendava artefatos indígenas com plumas, garras, presas e ossos de animais silvestres brasileiros. Seus colaboradores no Brasil atuavam principalmente no Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Rondônia e no Distrito Federal. O procurador da República Fernando José Aguiar de Oliveira registra na denúncia que também participavam do esquema servidores da Funai, do Ibama e pessoas ligadas às lojas Artíndia, do departamento de artesanato da Funai. Contra esses outros envolvidos, as denúncias terão que ser feitas na Justiça Federal do estado de origem de cada um deles.

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11 de abril de 2008