Decidido

Na última semana, uma reunião do Comitê de Gestão do Uso Sustentável da Lagosta decidiu que o período de defeso da espécie será realizado, sempre, de janeiro a maio. Esta nova medida significa um mês a mais do que o período anterior e serve para ampliar os estoques do crustáceo. Além disso, foi proibido o uso de marambaias, uma armadilha usada para a captura do animal feita com tambores amarrados e depositados no fundo do mar. Ela era utilizada perto da costa, o que é ilegal.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Portas abertas

O Instituto Estadual de Florestas do Rio de Janeiro acaba de publicar a Portaria 227, cujo principal objetivo é estimular a pesquisa científica nas unidades de conservação administradas pelo estado. Com a nova determinação, espera-se que as regras fiquem mais claras e novas autorizações sejam assinadas. No ano passado, apenas 38 projetos receberam o aval do órgão de preservação da natureza para trabalharem no interior de parques e reservas.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Furo na decisão

Em mensagem enviada a O Eco, o diretor da ONG Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi, destaca um pedaço da decisão recente do Conselho Monetário Nacional. Segundo ele, o trecho "ficará condicionada à apresentação, pelos produtores, dos seguintes documentos: Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) vigente e certificado, certidão ou licença ambiental" pode dar margem a desvios na aplicação das novas regras. "Já que licença praticamente ninguém tem, inclusive porque o foco da resolução é o bioma e não a Amazônia Legal, resta ver o que eles querem dizer com 'certidão', pois a rigor não existe qualquer certidão desse tipo", diz.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Aleluia

Depois de longos 22 anos de espera, o Parque Nacional da Chapada Diamantina acaba de ganhar o seu Plano de Manejo. Foram necessários quatro anos de trabalho para que o documento fosse concluído pelos técnicos da unidade. Uma das atitudes tomadas pelos gestores foi fechar o cerco em uma empresa instalada em Diamantina, Minas Gerais. Há mais de dez anos, seus caminhões entravam livremente pelo parque e de lá retiravam considerável quantidade de madeira ilegal.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Casa de ferreiro, espeto de pau

A turma do Ibama que fechou as cavernas em parques paulistas por falta de planos de manejo está certíssima. mas por justiça, deveria demonstrar o mesmo tipo de zelo dentro de casa. O que não falta no Brasil é unidade de conservação sem plano de manejo.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Lá, como cá

Pesquisadores do Woods Hole Institute, respeitada instituição americana, examinaram misturas de biodiesel e biocombustíveis de mais de uma dúzia de distribuidoras nos Estados Unidos e detetectaram que apenas 10% delas estavam dentro das especificações do governo. Como se vê, adulteração de combustíveis não é esporte exclusivo do Brasil.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2008

Cauri-dos-cem-olhos

Conhecida como cauri-dos-cem-olhos, a Cypraea argus é um tipo de concha que já foi usado na África como moeda. Marcos Sá Corrêa fotografou-a em...

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008

Aliada

No final, a Fazenda mostrou quem manda na Esplanada em Brasília. Como ele estava desde o início favorável à idéia, o pêndulo balançou para o lado da floresta.

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008

Carreira

A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de submeter o crédito rural na Amazônia à critérios ambientais foi acordada entre técnicos dos ministérios do Meio Ambiente e Fazenda há duas semanas. Começou então uma corrida para montar o texto do voto no CMN, que envolveu consultas com mais dois ministérios refratários à idéia, o de Agricultura e o do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008

Gargalo

No ministério do Meio Ambiente, a divulgação do voto do Conselho Monetário foi recebida com contida euforia. É que sua implementação vai levar tempo. E o sucesso dependerá sobretudo dos estados. Afinal, é seu sistema de cadastramento que fornecerá às informações sobre o estado ambiental de áreas rurais ao setor financeiro. Nesse ponto, nem todos estão nos trinques.

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008

Consulta

Antes de bater o martelo em favor da decisão tomada ontem pelo CMN, o ministério da Fazenda ouviu os bancos. Queria ter certeza de que seus sistemas poderiam se ligar aos bancos de dados de propriedades cadastradas para que os gerentes de cada agência na Amazônia tivessem condições de consultá-lo on line. A resposta foi positiva.

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008

Carteira curta

Fazenda e Meio Ambiente não brigaram pela inclusão de assentados e pequenos agricultores nas novas normas porque viram que, no curto prazo, ia sair caro demais cadastrar suas áreas.

Por Redação ((o))eco
29 de fevereiro de 2008