Certeza

Contrariando as tentativas de Lula de dizer que os dados do desmatamento na Amazônia são questionáveis, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que tem 97% de segurança de que as informações do Inpe estão certas. No entanto, para não criar confusão com o chefe, o ministro concordou em fazer uma conferência nos documentos. A forma de analisar os dados será mantida. "Conferência é diferente de revisão. Nós temos confiança de que nossos dados estão corretos", disse Gilberto Câmara, diretor do Inpe. A margem de erro considerada pelo instituto é de apenas 3% a 5%.

Por Redação ((o))eco
31 de janeiro de 2008

Tudo ligado

Já se imaginava que o aquecimento global tinha um pezinho de culpa no aumento na ocorrência de furacões nos últimos anos. Agora, um estudo feito por cientistas britânicos confirma esta teoria. De acordo com a nova pesquisa, a elevação da temperatura da superfície do mar em 0,5 graus Celsius foi responsável por engrossar em 40% o índice de furacões entre 1996 e 2005. As análises foram concentradas na área que engloba o Caribe e o Golfo do México, onde são produzidos 90% dos furacões que chegam aos Estados Unidos. A notícia foi divulgada pelo jornal O Globo e pelo site Planet Ark.

Por Redação ((o))eco
31 de janeiro de 2008

Time reforçado

O Greenpeace vai meter o bedelho em restaurantes britânicos, numa campanha contra o uso de peixes originados da pesca predatória. E para desempenhar a missão à vontade, conseguiu formar um time especializado. Segundo informou o diário Guardian Unlimited, alguns chefs de cozinha renomados estarão participando da empreitada. São eles que vão dar voz à campanha. O objetivo é convencer donos de restaurantes a não usar espécies ameaçadas nas receitas, além de incentivá-los a se informar sobre a procedência dos peixes. Assim, podem evitar patrocinar atividades ilegais e nada sustentáveis nos mares.

Por Redação ((o))eco
31 de janeiro de 2008

Azar das árvores

Com seu declaratório, Lula inocentou produtores rurais que nem mantêm reserva legal, o Incra, que faz assentamentos sem licença ambiental e, de quebra toda a estrutura de ilegalidades que sustenta o desmatamento na Amazônia, como a bagunça fundiária e a grilagem de terras.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Leitura

Se Lula gostasse de estudar, poderia ler as dezenas de estudos mostrando que desmatamento e a violência acompanham a expansão da fronteira agrícola da Amazônia. Até os ruralistas sabem disso.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Boca torta

A capacidade de Lula de dizer besteira quando o assunto é meio ambiente parece ser infinita. Na quarta-feira, ele inocentou os ruralistas de responsabilidade pelo desmatamento da Amazônia, dizendo que suas causas ainda precisam ser investigadas. Já faz tempo que o país sabe, como dizia o general Emílio Garrastazu Médici, que a Amazônia será conquistada pela pata do boi.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Pergunta

O governo do Amazonas recebeu há dois dias uma comunicação do governo peruano sondando seu interesse em participar da construção de uma ferrovia que ligaria a Zona Franca ao Pacífico. Por enquanto, ninguém respondeu à sondagem.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Verde e amarelo

Lula também agrediu as ONGs que têm ligações internacionais. Disse que elas precisam se preocupar em plantar árvores em seus países de origem. Traduzindo, Lula quis dizer que o desmatamento da Amazônia é nosso.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Combustível

Se os decretos das unidades na BR-319 saírem de fato, será mais uma confirmação de que a política ambiental brasileira para a Amazônia é movida a tragédias.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Torcida

Cresce a esperança de que o governo federal, para dar alguma resposta ao recrudescimento do desmatamento na Amazônia, libere os decretos de criação de Unidades de Conservação ao longo do eixo da BR-319, no Amazonas, que estão represados desde o ano passado na Casa Civil.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Gênia

Marina Silva pode não ter feito nenhuma grande obra à frente do Ministério do Meio Ambiente, mas certamente passará aos anais da Matemática como a sábia que certa feita dividiu um – o Ibama – por dois e chegou ao resultado zero.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008