Alternativa

Um estudo realizado pelo Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental (LPAE) da USP mostrou que a utilização de uma simples mistura de diesel e etanol na frota de ônibus de São Paulo poderia reduzir em 10% a emissão de poluentes, especialmente monóxido de carbono e outros materiais particulados inaláveis, quando comparado com o diesel. A mistura, composta por 91,8% de diesel comum, 7,7% de etanol e 0,5% de aditivo, foi testada cerca de 90 mil caminhões e 29 mil ônibus na capital paulista.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Be-á-bá

Além do Parque Estadual da Ilha Grande, a operação também vai passar pelo Parque Marinho do Aventureiro, Reserva Biológica da Praia do Sul, ambos ao sul da ilha, e Reserva Ecológica da Juatinga, em Paraty. O principal objetivo é orientar os visitantes, especialmente quanto a não capturar ou caçar animais silvestres, utilizar somente trilhas autorizadas e recolher todo o lixo.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Mund´Água

A pequena cidade de Esteio (RS), próxima à capital gaúcha, anuncia garbosamente que foi escolhida pela empresa de consultoria Seaquarium para abrigar o maior oceanário da América Latina. Se todas as licenças ambientais forem liberadas, serão usados 50 hectares para a construção de gigantescos tanques que beberão 5,5 milhões de litros de água salgada e doce. A idéia é de que nadem nos piscinões por volta de 700 tipos de peixes, entre eles seis espécies de tubarões. A turma verde já grita, afirmando que o empreendimento vai degradar banhados e que os animais devem viver mesmo é nos mares e rios.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Benefício geral

Além dos ganhos ambientais, a mistura ainda traria uma economia de cerca de US$ 2,8 milhões por ano, segundo Simone El Khouri Miraglia, autora do projeto. Para chegar a este cálculo, a pesquisadora levou em conta a economia gerada pela adição do etanol, que é mais barato em relação do diesel, e a diminuição de gastos hospitalares, levando-se em conta a redução de doenças na população. Para ler o estudo completo, disponível na biblioteca on-line SciELO, clique aqui.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Novela

Desde o dia 18 de janeiro estão suspensas as obras de construção da usina hidrelétrica de Dardanelos, no município de Aripuanã (MT). Por força de uma ação cautelar movida pelo Ministério Público Estadual, a juíza substituta Alethea Assunção Santos determinou liminarmente a imediata paralisação de todas as atividades modificadoras do meio ambiente e obras relativas à hidrelétrica de Dardanelos até que seja julgada uma ação civil pública que acusa os empreendedores de irregularidades no estudo de impacto ambiental. A ação tramita desde 2005. Foi fixada multa diária de 50 mil reais em caso de descumprimento da medida. Leia a decisão na íntegra.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Parada

A usina de Dardanelos está prevista para gerar 261 MW de energia, aproveitando a queda d’água de mesmo nome, principal ativo turístico da região noroeste de Mato Grosso. O consórcio Energética Águas da Pedra, formado por Neoenergia, Chesf e Eletronorte, minimizou os impactos do empreendimento, que, por causa da baixa vazão do rio Aripuanã, não poderá funcionar por pelo menos três meses no ano. A construção da usina teve início em meados de setembro de 2007.

Por Redação ((o))eco
30 de janeiro de 2008

Seca e triste

As florestas brasileiras e o rio São Francisco acabam de receber uma triste notícia: o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, sancionou a Lei 17.353, que aumenta a possibilidade de desmatamento da Mata Seca de 60 para 70%. Tipo de vegetação encontrada em regiões áridas, como nordeste e norte de Minas, ela é muito pouco estudada. Não se sabe, portanto, o percentual de riqueza e recursos naturais que serão perdidos pela nova determinação.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008

Lei sem nexo

E o que a Mata Seca mineira tem a ver com o Velho Chico? Ela fica dentro de sua bacia. Como um dos principais motivos da degradação do rio é, justamente, o desmatamento das margens, não é difícil imaginar os trágicos resultados para o ecossistema local quando as árvores forem substiuídas por carvão e pasto.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008

Urgência

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) decidiu e a Agência Nacional de Águas (ANA) homologou: a partir do próximo sábado, a vazão mínima de defluência ( quantidade de água que a hidrelétrica verte para gerar energia) do Velho Chico passa a ser de 1.100 metros cúbicos por segundo, em vez dos 1.300 m3/s atuais. A medida emergencial visa preservar o armazenamento de água em alguns reservatórios, especialmente para os de Sobradinho (BA) e Xingó (AL e SE). No momento, o estoque nos tanques das usinas é menor do que as taxas registradas nos meses que antecederam o apagão de 2001.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008

De volta à normalidade

A medida vai durar até o dia 30 de abril. A partir desta data, se as chuvas voltarem a cair, a vazão mínima de defluência volta ao que era antes, ou seja, o equivalente a mais de um milhão de litros d'água. A energia que não for gerada em Sobradinho, maior reservatório da região, será importada de outros estados do país e reforçada pelas termelétricas.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008

Angra nuclear

O governo Lula tem ganhado notoriedade ao desengavetar projetos energéticos concebidos na ditadura, como o de Angra 3. O Ibama promoverá mais três audiências públicas sobre o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental da usina nuclear, no fim de março. A informação saiu no Diário Oficial da União. Os encontros acontecerão em Angra dos Reis (25), Parati (26) e Rio Claro (27), atendendo liminar da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis em ação interposta pelo procurador da República André de Vasconcelos Dias. Outros 17 debates já ocorreram nas três cidades do litoral carioca.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008

Taim ardente

O fogo não dá folga às reservas federais gaúchas. Além do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, desde a tarde desta segunda, pelo menos 12 focos de incêndio atingem charcos na Estação Ecológica do Taim. As labaredas ganham força com o vento que sopra sobre juncais e campos secos nessa época do ano. O “balde gigante” do Ibama deve ajudar de novo a conter o fogaréu. A estação do Taim fica no município de Rio Grande, no litoral sul gaúcho, a mais de 300 quilômetros da capital Porto Alegre.

Por Redação ((o))eco
29 de janeiro de 2008