Danos de Mauá

A usina hidrelétrica de Mauá vai barrar o rio Tibagi, um dos últimos sem intervenções no estado, e que circunda uma área considerada de mega biodiversidade para o Paraná. Por causa de inúmeras denúncias de fraudes no estudo de impacto ambiental, que subestimou os danos da obra, o empreendimento tem sido alvo de diversas ações na Justiça.

Por Redação ((o))eco
4 de janeiro de 2008

Mais uma liminar

A Justiça Federal em Londrina (PR) deferiu parcialmente um pedido de liminar do Ministério Público Federal para impedir que o Consórcio Energético Cruzeiro do Sul continue abordando proprietários na área de influência da usina hidrelétrica de Mauá. A Justiça entendeu que as empresas não podem negociar a desapropriação de algumas áreas antes de conseguirem a licença de instalação do empreendimento. Se descumprir a decisão, o consórcio terá de pagar multa diária de 50 mil reais.

Por Redação ((o))eco
4 de janeiro de 2008

Trabalhos acelerados

O Incra na Bahia pretende intensificar a elaboração dos relatórios antropológicos para demarcação de pelo menos mais 20 comunidades quilombolas no estado. Para isso, vai investir mais de um milhão de reais. Atualmente, o instituto trabalha na regularização fundiária de 18 diferentes territórios.

Por Redação ((o))eco
4 de janeiro de 2008

Corais apreendidos

Na última semana de dezembro a Polícia Ambiental de São Paulo realizou uma apreensão de 400 quilos de corais marinhos, que eram vendidos pela internet, no município litorâneo de São Sebastião. Os acusados do crime de venda irregular desses produtos vão responder a inquérito. Os corais foram entregues ao Centro de Estudos da Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP) e serão devolvidos ao mar.

Por Redação ((o))eco
4 de janeiro de 2008

Viagem ecológica

Os jovens brasileiros que se interessam por ecologia acabam de receber uma excelente notícia: o British Council vai selecionar três pessoas entre 14 e 18 anos (completos até março de 2008) para receber treinamento sobre as mudanças climáticas. Além disso, os jovens embaixadores do clima terão aulas sobre as formas ideais para lidar com a imprensa e maneiras corretas de multiplicar informações a respeito do tema. Trata-se do programa International Climate Champions, que vai reunir adolescentes de 13 países no Reino Unido em março com o intuito de prepará-los para a reunião sobre meio ambiente do G8, a ser realizada dois meses depois, no Japão. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de janeiro. Mais informações podem ser encontradas no site do British Council.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

2008 – Olhem por nós

Não existe o fotógrafo invisível. Lidamos com a vida, e o desapego de si mesmo é essencial. Este é um conceito que não pode ser esquecido quando se faz documentação ambiental.

Por Adriano Gambarini
3 de janeiro de 2008

O rei do carvão

Depois de assustar o país com a instalação de uma siderúrgica em pleno Pantanal, o empresário Eike Batista investe agora na geração suja de energia a partir de carvão em Candiota, no Rio Grande do Sul. A usina Seival 2 teria duas unidades de 300 megawatts (MW). O projeto de US$ 1,2 bilhão tem como alvo o mercado livre de energia, não depende de contratação federal para geração. Os governos federal e estadual decidirão sobre quem licenciará o empreendimento. Eike quer a usina porque é sócio de uma mina de carvão da Copelmi, próxima a Candiota.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

Sombra da estiagem

Os longos períodos de estiagem durante o último trimestre de 2007 resultaram num cenário preocupante para o setor de energia em 2008. Os reservatórios das hidrelétricas começam o mês de janeiro no nível mais baixo para esse período desde 2004. Analistas consultados pelo Valor Econômico disseram que a questão ainda não deve ser classificada como crise, mas falta um empurrãozinho para chegar lá. Se a regularidade das chuvas não voltar ao normal, a alternativa será as usinas térmicas. E caso isso se concretize, a polêmica do gás natural – ou a falta dele – pode assombrar novamente a população. De acordo com previsões de meterologistas, o cenário deve continuar o mesmo até março, devido ao fenômeno climático “La Niña”.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

Barrados em Milão

Os automóveis que vivem tossindo fumaça preta pelos canos de descarga vão passar longe do centro de Milão, na Itália. A partir de agora, os veículos considerados poluentes que insistirem em desfilar pelas ruas terão de pagar uma taxa de 10 euros (em torno de R$ 26). A medida da prefeitura pretende diminuir a poluição e o tráfego de veículos em 10% na região, segundo matéria do Planet Ark. O esquema de pedágio é semelhante ao implementado em 2003, em Londres, quando as emissões de CO2 foram reduzidas em 20%. Mesmo assim, a população italiana está dividida em relação à novidade. Muitos acreditam que o sistema de transporte público não vá atender à nova demanda.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

Pegar e largar

Depois das bicicletas, os carros. Em breve, os franceses que estiverem perambulando por Paris vão se deparar com veículos que fazem parte do novo sistema “self-service”. É pegar e largar. Da mesma forma que já fazem com as bicicletas, os cidadãos poderão usar o carro para dar uma voltinha e depois estacioná-lo por aí, pagando pela hora rodada. Dois mil automóveis serão espalhados pela cidade para o uso comum. E para os que criticam a novidade, argumentando que a poluição vai aumentar, pois as pessoas vão substituir as duas rodas pelo motor, o governo avisa, para acalmar os ânimos: os veículos são elétricos. A notícia é da Times.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

Ataque às florestas

Ao redor do planeta, é comum os alunos dos cursos de educação ambiental ouvirem que as árvores são responsáveis pelo seqüestro de grande quantidade do carbono presente na atmosfera. Com isso, aprendem que cuidar das florestas é essencial para manter a temperatura da Terra em equilíbrio. Mas, pelo menos no Hemisfério Norte, esse potencial começa a ser questionado pelos cientistas. O problema é que as altas temperaturas causadas pelas mudanças climáticas impulsionam a decomposição do solo e a conseqüente emissão de gases estufa. Somados ao CO2 liberado pelo fim do ciclo de vida das mudas, o total de carbono emitido pela cobertura vegetal é maior do que a quantidade por ela absorvida. A notícia do jornal O Globo é baseada em artigo da revista Nature.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008

Alerta CO2

Uma ONG espanhola ganhou apoio do Ministério de Meio Ambiente do país para lançar um jogo virtual sobre o aquecimento do planeta. Batizado de Alerta CO2, o joguinho se passa numa cidade fictícia em que as emissões de gases estufa estão à todo vapor. O objetivo é tomar atitudes rápidas que possam reduzir o lançamento dos gases. Enquanto o jogador pensa no que pode fazer em diferentes ambientes – casa, rua, escola - a Terra vai esquentando e o cenário se modificando, até o limite de tolerância. Ao fim da partida, um boletim informa como foi o desempenho do jogador na missão. Segundo o site Ecoticias, 2.500 cópias do programa serão enviadas a escolas, para a educação ambiental dos estudantes.

Por Redação ((o))eco
3 de janeiro de 2008