Redução efetiva

A proposta brasileira continua sendo a mesma defendida nos últimos dois anos: a de que os países ricos paguem aos governos por aquilo que conseguiram efetivamente cortar de desmatamento. O problema é que Costa Rica, Papua Nova Guiné e mesmo a anfitriã Indonésia aceitam negociar no mercado de carbono metas futuras de corte de desmatamento.

Por Redação ((o))eco
3 de dezembro de 2007

Florestas-piloto

Tudo indica que o Brasil está ficando isolado na defesa de sua proposta. O secretário da Convenção de Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, acha que as negociações de Bali devem propor programas piloto de conservação de floresta que possam gerar créditos. O mesmo sugeriu o chefe de delegação européia, Artur Runge-Metzer.

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3 de dezembro de 2007

Sem metas

Em sua primeira coletiva de imprensa, o secretário da Convenção Yvo de Boer, surpreendeu ao dizer que acha que não adianta tentar impor metas de redução de emissão de carbono aos países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia. “Eles não vão se comprometer”, alertou. Para membros da delegação brasileira em Bali, Boer está sendo “realista”.

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3 de dezembro de 2007

Haja carvão

Levantamento preliminar realizado pela professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Sônia Hess, revelou que este ano foram emitidas pelo menos 129 autorizações para fornos voltados à produção de carvão vegetal no estado. Não há números para 2006, mas ela garante que a situação é alarmante. A professora protocolou denúncias nos Ministérios Públicos Estadual e Federal, pedindo investigações sobre a atuação do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

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30 de novembro de 2007

Protesto

Segundo Hess, as siderúrgicas instaladas no estado consomem 875 quilos de carvão vegetal para cada tonelada de ferro-gusa produzida. Por essas e outras, a turma do verde vem realizando protestos nas ruas da capital Campo Grande. A siderúrgica MMX, do empresário Eike Batista, em Corumbá, foi ironicamente inaugurada este ano em pleno Dia da Árvore – 21 de Setembro.

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30 de novembro de 2007

No chão

Ao mesmo tempo em que São Leopoldo (RS) encaminha a primeira obra pública com 100% de madeira certificada do País, derrubou hoje uma gigantesca timbaúva, na região central do município. Ambientalistas bateram pé, mas a árvore de aproximadamente 40 anos foi ao chão. A secretaria Municipal de Meio Ambiente alega que a timbaúva estava com sua saúde comprometida. A espécie é nativa do Rio Grande do Sul. Em 2005, uma árvore semelhante teve corte impedido pela Justiça no Bairro Assunção, em Porto Alegre.

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30 de novembro de 2007

Petição

Circula na internet uma petição online contra o projeto de construção do porto de Itanhaém e Peruíbe, no litoral paulista, pelo grupo EBX do empresário Eike Batista. O documento é endereçado ao governador de São Paulo, José Serra, e acusa o empreendimento de ameaçar os escassos ambientes de restingas, além dos vizinhos Parque Estadual da Serra do Mar e o mosaico de unidades de conservação da Juréia, no sul do estado. De acordo com a petição, o porto também vai ocupar área prevista para homologação da Terra Indígena Piaçaguera.

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30 de novembro de 2007

Parem as obras

Em Santa Catarina, os ministérios públicos estadual e federal pediram a imediata suspensão das licenças ambientais emitidas pelo órgão ambiental catarinense, que autorizam a construção do Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul. Por denúncias de irregularidades, eles sugerem que o licenciamento seja repassado para o Ibama.

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30 de novembro de 2007

Leite derramado

Por falar em empreendimentos à beira-mar, acontece na próxima quinta-feira, 6 de dezembro, uma reunião promovida pelo Ministério Público Federal do Ceará para discutir a implantação do complexo industrial do Pecém, que não tem licença ambiental. O complexo, localizado a 60 quilômetros de Fortaleza, já abriga algumas empresas, termelétricas e uma fábrica de pré-moldados, mesmo sem estudos ambientais que atestem a viabilidade do local. Ali mesmo o governo quer ainda que uma siderúrgica seja erguida em parceria com a Vale do Rio Doce e a coreana Dongkuk.

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30 de novembro de 2007

Seca prolongada

A Embrapa Pantanal divulgou dados sobre o que aconteceu com o Pantanal este ano, em termos pluviométricos. A região sul-mato-grossense passou 120 dias sem ver uma gota d’água. Enquanto a média histórica para Corumbá é de 139,1 milímetros (mm), este ano choveu apenas 22,6 entre junho e setembro. Na região de Nhecolândia, o esperado era de 111 mm, quando pingou 12 mm.

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30 de novembro de 2007

Mais estudos

Em liminar, eles pedem ainda que o estudo de impacto ambiental seja complementado, pois não considerou conseqüências para as populações afetadas pela obra, nem para sítios arqueológicos. Também exigem que seja levada em consideração a criação da reserva de fauna da Baía de Babitonga.

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30 de novembro de 2007

Chuva acumulada

Neste início de chuvas, o Pantanal procura se recuperar da forte estiagem. E, para o período, já choveu mais do que o esperado. Ainda de acordo com a Embrapa, Corumbá registrou 173 mm em outubro, quando a média apontava 82 mm.

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30 de novembro de 2007