Madeira no Mato Grosso

O Eco mostrou em reportagem que Rondônia está com o setor florestal a toda desde a descentralização do licenciamento de planos de manejo pelo Governo Federal. Mas o Mato Grosso não fica muito atrás. Em 2006, foram emitidas 411,5 mil guias para transporte de produtos florestais pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente - Sema, suficientes para a comercialização de R$ 2,88 trilhões. O maior montante, de R$ 199 milhões, veio da venda de toras de madeira, inclusive nativa. Mais de 53% das vendas seguem para outros estados e 33% têm como destino o exterior. Os dados estão disponíveis na página da Sema/MT, criada em junho de 2005, logo após a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas.

Por Redação ((o))eco
20 de novembro de 2007

Pegada do homem

Começa nesta quarta e dura até o dia 23 de novembro em Belém uma série de debates sobre a conservação da biodiversidade em paisagens florestais já sob pressão humana. O simpósio vai usar os resultados de estudos em regiões fragmentadas e degradadas para examinar o real impacto de atividades econômicas nas matas brasileiras. Organizado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi junto com as universidades inglesas East Anglia e Lancaster, o encontro pretende discutir também a conservação em áreas protegidas.

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20 de novembro de 2007

Vai para o trono ou não vai

No mundo da política, sempre é bom largar na frente. Adesivos da campanha "Marina Silva presidente" têm sido distribuídos pelo menos desde setembro, quando ocorreu o 2º Encontro Nacional dos Povos das Florestas em Brasília. Inclusive, entregues por um assessor direto da suposta ministra-candidata. O material também foi espraiado no Encontro Nacional de Colegiados Ambientais - Enca, em outubro, também no Distrito Federal. Embalando a iniciativa, estariam membros afoitos do partido da estrela vermelha e militantes com tendências religiosas. É o movimento marinista em ascenção.

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20 de novembro de 2007

Não gostei

Como é de praxe, quando seguidores correm para lançar as candidaturas de seus chefes, este diz que não sabe de nada. A ministra do Meio Ambiente, por exemplo, não gostou nada dos adesivos de sua candidatura presidencial e pediu que não fossem distribuídos.

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20 de novembro de 2007

Agito verde no governo

Um encontro nesta terça-feira promete esquentar as discussões sobre meio ambiente dentro do governo federal. Servidores do Ibama e Incra têm reunião marcada na Paraíba para discutir o cumprimento da legislação ambiental em assentamentos agrários e sobre recuperação de áreas degradadas. Dezesseis projetos localizados em áreas de conflitos que deveriam preservar a reserva legal serão os primeiros visitados pelo grupo. Na ocasião, devem ser elaborados planos de educação ambiental para ajudar a população a usar melhor os recursos naturais da região. Um Termo de Ajustamento de Conduta entre os dois órgãos também está na pauta.

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20 de novembro de 2007

Cheguei para ficar II

Outra presidência interina que está se confirmando permanente é a do dirigente-supremo do Ibama, Basileu Margarido Alves. Tudo indica que o chefe-de-gabinete da Marina Silva vai mesmo permanecer no cargo. Atualmente além das funções supra-citadas, Basileu é diretor de Qualidade Ambiental do Ibama. Detalhe, os funcionários da diretoria nunca o viram por lá.

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20 de novembro de 2007

Cheguei para ficar

Foi lançada nesta segunda, sem nenhum alarde, a página do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - www.icmbio.gov.br. Na presidência interina segue estampada a foto do secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente João Capobianco, cuja a substituição aconteceria em pouco tempo segundo havia anunciado a ministra Marina Silva, em maio.

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20 de novembro de 2007

Prestação de serviços

Na próxima quarta-feira, dia 21 de novembro, a Universidade Católica de Brasília recebe a 3ª edição do evento “Floresta-Água: a dependência comum”. Elaborado pela Ong The Nature Conservancy (TNC), os principais objetivos do encontro são mostrar o papel exercido pela vegetação na manutenção dos ciclos hidrológicos e os demais serviços ambientais oferecidos pela água gratuitamente. Além disso, também pretende indicar caminhos para conciliar desenvolvimento econômico e preservação dos ecossistemas e matas do Cerrado.

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20 de novembro de 2007

Chaminés energéticas

O Worldwatch Institute recentemente revelou que há uma grande parcela de energia que está sendo desperdiçada nos Estados Unidos. Cálculos da instituição mostram que o calor gerado pelas chaminés residenciais e industriais poderiam acrescentar mais 50 mil megawatts de potência à matriz energética americana. Isso é a metade de toda a energia gerada com as plantas nucleares no país. Ao todo, estima-se que existam 47, 5 mil chaminés e já há empresas de olho neste mercado. Elas instalam caldeiras acopladas que podem se aproveitar de temperaturas de 260 C e mover turbinas que geram eletricidade.

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20 de novembro de 2007

Debutante

Demorou, mas o primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown, estreou a pauta ambiental em seus já tradicionais discursos. E pareceu audacioso. Segundo ele, para o Reino Unido alcançar o objetivo de reduzir em 60% as suas emissões de gases estufa até 2050, pode ser necessário criar novas taxas sobre o carbono. Afinal, diz, em meados do século a economia da ilha deve ser duas vezes mais poderosa do que é atualmente. O desafio será movê-la com fontes alternativas de energia. Notícia do jornal The Guardian mostra o chefe de estado britânico temeroso diante do aquecimento global. Para Brown, é possível que o corte de 60% no lançamento de CO2 global não seja suficiente para combater os efeitos das mudanças no clima.

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20 de novembro de 2007

Melhor que nada

Pode parecer pouco. E é. Mas trata-se de um movimento gratuito e que agrega uma contribuição ao meio ambiente. Reportagem do Los Angeles Times narra o crescimento nos Estados Unidos do número de pessoas que escrevem na base de seus e-mails a seguinte frase: “Salve árvores. Imprima somente o que for necessário”. A campanha é uma excelente forma para aqueles que não dirigem carros híbridos e tampouco levam sacolas de pano para o mercado ajudarem a conscientizar outros cidadãos em relação à crise ecológica. O movimento começou em março, quando o site TreeHugger encorajou seus leitores a incorporar, na assinatura automática de seus computadores, a mensagem sustentável.

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20 de novembro de 2007

Papel coadjuvante

O perigo de falar tanto na Amazônia é que se esquece dos outros biomas. Pelo menos parece ser esse o recado de um grupo de pesquisadores publicado na edição desta terça-feira no jornal carioca O Globo. Alguns estudos indicam que espécies de mamíferos e aves habitantes das florestas tropicais na América Central correm sérios riscos de extinção. Apesar de não serem tão conhecidas, sabe-se que estas matas são residências fixas para muitos animais, como primatas e felinos. Honduras, sozinha, já contabiliza 200 tipos ameaçados.

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20 de novembro de 2007