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“Quem para a lama da morte?” e mais

Rejeitos dos transbordamentos de minas da Vale contaminam rio Paraobeba e afluentes. Comunidades ribeirinhas, já impactadas por Brumadinho, revivem drama

“Quem para a lama da morte?” e mais

Eram cerca de 11h30 da manhã do dia 28 de janeiro quando uma lama avermelhada ocupou o leito do rio Paraopeba, em Esmeraldas, na região central de Minas Gerais. Trabalhadores de areais às margens do rio registraram, com preocupação, a chegada dos rejeitos provenientes do transbordamento das minas de Fábrica e Viga, da mineradora Vale, ocorrido entre domingo e segunda-feira (25 e 26). O episódio reacende o temor de comunidades ribeirinhas que ainda lidam com os impactos do rompimento da barragem de Brumadinho e expõe novos danos ambientais e sociais ao longo da bacia.

Boa leitura!

Equipe ((o))eco

2 de fevereiro de 2026

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