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De acordo com reportagem do Valor Econômico, o Ibama aplicou uma multa de R$ 400 mil reais ao consórcio formado por Vale do Rio Doce e Cemig por terem descumprido as exigências ambientais na construção da Usina de Aimorés, em Minas Gerais. Segundo o repórter, as empresas não apresentaram programas de conservação para o entorno do reservatório e nem um plano para o papagaio-chauá, espécie em extinção que habita a região. O diretor de licenciamento do Ibama, Luiz Felippe Kunz Jr., afirma que, caso o consórcio não cumpra as medidas, a usina vai ter seu funcionamento interrompido. Os empreendedores não concordam com as cobranças e vão contestar a posição do Ibama.

Redação ((o))eco ·
28 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

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