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O Greenpeace e a maior ong ambientalista de Portugal, a Quercus, bloquearam a entrada de uma das fábricas do grupo Vicaima, um dos principais processadores de madeira da Europa, perto da cidade do Porto. O objetivo do protesto foi aumentar a pressão sobre o governo português, que, junto com Itália e Finlândia, não demonstrou vontade política para implantar um programa de ação de combate ao comércio de madeira ilegal, proposto pela Comunidade Econômica Européia. O Greenpeace informou que 35 empresas brasileiras que exportam madeira para Portugal estão envolvidas em diversos crimes ambientais, como falsificação de documentos, trabalho escravo e grilagem de terras públicas. No dia 22 de março, escaladores das duas ongs interditaram temporariamente uma ponte que passa sobre o canal do porto de Leixões, no norte de Portugal, evitando que um navio carregado de madeira ilegal ancorasse.

Redação ((o))eco ·
30 de março de 2005 · 21 anos atrás

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