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Escritório online para a criação de projetos sustentáveis

Rev-solution - Plataforma criada por jornalistas une pessoas que querem discutir projetos e ideias em prol da conservação do meio ambiente.

Redação ((o))eco ·
10 de outubro de 2012 · 13 anos atrás

O nome do site é uma brincadeira entre as palavras “revolução” e “resolução”. A Plataforma Rev-solution, lançado no dia 26 de setembro, é um ambiente online que unirá pessoas com habilidades e interesses complementares em torno de projetos com cunho sustentável. O site foi idealizado pelos jornalistas Felipe Lobo e Nathália Clark, dois repórteres que já trabalharam aqui em ((o))eco.

O Rev-solution funciona como uma rede social e permite a interação dos usuários em três línguas: português, inglês ou espanhol. Uma das inspirações para a criação do site foram os escritórios colaborativos offline, como o the hub,  espaço que reúne empresas de diferentes áreas em um mesmo ambiente físico e que facilitam o surgimento de ideias que não viriam à tona sem a proximidade de expertises distintas.

“No Rev-solution você mostra onde vive e suas área de expertise profissional. Logo em seguida, a plataforma transforma-se em um escritório colaborativo online. Tem uma ideia de projeto que englobe o cuidado ambiental e precisa de um time para desenvolvê-la com você? Procure pessoas no mapa com habilidades complementares e monte seu projeto. Depois de pronto, é hora de divulgá-lo no Rev-solution para conseguir patrocínio e tirá-lo do papel”, explica Felipe Lobo.

A plataforma foi feita para funcionar como uma vitrine de propostas e oportunidades: há uma área criada para que as empresas, instituições e sociedade civil possam divulgar suas vagas, editais ou promover concursos junto aos membros do site. Outro, com espaço disponível para a exposição dos projetos a possíveis investidores.

“Se tivesse que definir o Rev-solution em uma frase, seria: o lugar em que as milhões de microrevoluções se transformam em resoluções, em projetos reais e do bem, que farão a diferença para o planeta”, diz Lobo. “Só quem é louco o bastante para achar que pode mudar o mundo é que de fato muda. Queremos achar essas milhares, milhões de pessoas”.

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