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A filosofia de Clóves é que “Para cada direito tem um valor e para cada dever tem um custo”. No encontro em Brasília, organizado pelo IPAM e pelo Woods Hole Research para se discutir a Amazônia e a Nova Economia Global, Clóves não foi o único a defender acordos monetários para proteger a floresta. A necessidade de se selar pactos sobre o uso dos recursos naturais foi defendido por Vilmos Grunvald, Secretário Especial de Produção do Pará, e pelo economista Paulo Rabello de Castro, que presta consultoria para agropecuários. Mas no encontro ele acabou prestando serviços gratuitos aos ambientalistas. Disse que os sojeiros estão arruinados, que o preço de um hectare de terra no Mato Grosso vai ficar irrisório e que o Greenpeace deveria aproveitar para comprar tudo. Assim ajudaria ao meio ambiente e aos sojeiros...

Redação ((o))eco ·
11 de maio de 2006 · 20 anos atrás

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