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Opinião de peso

Por trás da força do MME na condução das discussões da compensação ambiental está a gigante Petrobras. A estatal colocou na mesa um argumento bastante direto: ou se define um teto ou não haverá apoio à compensação. Para amenizar a posição, a Petrobras até aceita que o valor da taxa seja de até 3%. Para ela o importante é um teto definido, pois se não houver, alegam seus técnicos, a compensação vai bagunçar os leilões de blocos de exploração de petróleo. Outra reivindicação da estatal é que não se faça uma metodologia separada para compensação de empreendimentos marítimos.

Redação ((o))eco ·
7 de dezembro de 2006 · 19 anos atrás

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