Notícias

Programa

Por falar em pesca, de acordo com o Wilson Center, um centro de estudos americano baseado em Washington, a depressão nos estoques mundiais de pescado está provocando uma aumento generalizado no preço do peixe. No curto prazo, isso ajuda pescadores a melhorarem sua renda. Mas no médio, atrai mais gente para a atividade, o que só servirá para tornar os estoques ainda mais rarefeitos. Para discutir esse drama e analisar a gestão de recursos pesqueiros, o Wilson Center vai organizar um seminário em sua sede, em Washington, no dia 25 de janeiro. Quem não puder estar lá terá ao menos a opção de escutar o debate ao vivo. Ele será transmitido ao vivo pelo site da organização. O deputado Otsubo faria menos bobagem se o escutasse.

Redação ((o))eco ·
11 de janeiro de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
27 de março de 2026

Nem todas as iniciativas do Congresso Nacional são contrárias à agenda política climática

Apesar do histórico ruim e do lobby em favor de retrocessos, há um pacote de bons projetos que podem trazer avanços reais em 2026. Precisamos conhecê-las para pressionar por avanços

Reportagens
27 de março de 2026

Na Chapada do Araripe, expansão de monoculturas acompanha alta de 2.800% no desmatamento

Conhecida como ‘Caixa d’Água do Sertão’, a região que se estende por três estados vê sua segurança hídrica ameaçada pela expansão do agronegócio

Análises
27 de março de 2026

Ano Internacional da Agricultora 2026: uma agenda para a América Latina e o Caribe

As mulheres representam 36% da força de trabalho dos sistemas agroalimentares da Região; no entanto, continuam participando em condições profundamente desiguais

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.