Notícias
13 de fevereiro de 2008

Mais assentamentos irregulares

O Ministério Público Federal em Goiás recomendou ao Incra que tome providências para regularizar a situação ambiental de 50 assentamentos rurais no sudoeste do estado. Um levantamento do MPF constatou que 22 deles não têm licenças ambientais e 23 não apresentaram documentos necessários à concessão das autorizações. Nada menos que 42 áreas sequer tiveram suas reservas legais demarcadas. O Incra tem até 90 dias para resolver os casos.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Corrida baiana

Terminam na próxima terça-feira as inscrições para a primeira etapa do circuito baiano de corridas de aventura. A competição, conhecida como Paletada Adventure, deve acontecer no Parque do Sauípe, que tem apenas 66 hectares no litoral norte da Bahia.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Tempo de decoada

Pesquisadores da Embrapa Pantanal estimam que a partir do mês de março comece a ocorrer em Mato Grosso do Sul o fenômeno conhecido como decoada. Trata-se da deterioração da qualidade da água dos rios provocada pelas cheias, quando de maneira rápida e intensa. Pelo monitoramento do rio medido em Ladário (MS), o fenômeno deve ocorrer este ano de maneira moderada.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Sem ar

Em 1995, quando aconteceu a terceira maior cheia do rio Paraguai no século XX, algumas regiões chegaram a ficar dois meses praticamente sem oxigênio. A Embrapa acompanha o fenômeno desde 1994.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Entenda

Segundo a Embrapa, depois de secas acentuadas, como a que aconteceu em 2007, observa-se um maior crescimento de gramíneas no Pantanal, que ficam totalmente submersas na cheia. A decomposição da matéria orgânica pode ser tão intensa em baías e córregos que é capaz de consumir todo o oxigênio dissolvido na água, o que dificulta a sobrevivência de peixes. Toneladas deles podem sucumbir.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Tire a licença

O Ministério Público do Rio Grande do Norte recomendou ao Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (Idema), órgão responsável pela preservação da natureza no estado, que retire a licença prévia para a construção do Grand Natal Golf. Conhecido como um pólo de turismo e aventura a ser erguido nas praias de Jacumã e Pitangui, ambas no município de Extremoz, o empreendimento foi aceito com muitas dúvidas sobre o impacto que vai causar nos ecossistemas locais.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Cidades

Começou nesta quarta a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades. Realizado em Porto Alegre, o evento deve reunir 500 palestrantes de 30 países. Um dos quatro grandes temas da Conferência é "Sustentabilidade e Cidade-Rede", a ser debatido no próximo sábado, dia 16. As inscrições já estão esgotadas, mas as principais atividades serão transmitidas ao vivo, pelo site do evento.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Rápido e problemático

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) desenvolvido pela Sociedade Potiguar de Empreendimentos (Spel), responsável pelo complexo, estava muito incompleto. Não falava, por exemplo, da pressão geral causada pelos cinco campos de golfe previstos no projeto e quais produtos químicos serão usados para mantê-los, nem da destinação final dos resíduos sólidos e esgoto. Eles prometem ser em grande quantidade, já que a projeção populacional ultrapassa as 166 mil pessoas, entre moradores, visitantes e funcionários. Mesmo assim, o Idema leu o EIA, promoveu audiências públicas e emitiu a licença. Tudo isso em apenas dois meses.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
Reportagens
13 de fevereiro de 2008

Desenho ecológico

Salões de humor trazem toda a criatividade de cartunistas para retratar as mazelas ambientais da atualidade. Estrangeiros ganham competição sobre destruição da Amazônia.

Por Cristiane Prizibisczki
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Aqui e acolá

A chuva não resolveu tirar férias só do Brasil. Na Europa, os portugueses também estão sentindo falta da água que vem do céu. Segundo dados do Instituto da Água (Inag), divulgados pelo jornal Público, a última vez que o país passou por seca semelhante foi há 91 anos. Na avaliação do órgão, em 52% do território nacional a pindaíba hídrica é considerada moderada, e em 10%, severa. Por enquanto, as barragens têm segurado as pontas com a reserva de água que já dispunham. Mas se a chuva não colaborar, a situação pode ficar crítica. Em alguns pontos do país, agricultores já se descabelam para não perder sua produção.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

“Não é santuário”

Na tarde de terça, durante encontro com o presidente francês, Nicolas Sakozy, na Guiana Francesa, Lula soltou a seguinte frase: "Não somos daqueles que defendem a Amazônia como um santuário da humanidade". De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, Lula defendeu que é preciso adotar um modelo para preservar a Amazônia sem impedir que os habitantes da região tenham acesso a bens de consumo e ao mercado de trabalho. Para isso, a idéia dele é criar acordos de cooperação entre França e Brasil com o objetivo de estudar a biodiversidade da região. Ainda dentro das discussões sobre a Amazônia, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, defendeu uma solução equilibrada para o problema do desmatamento. Segundo ele, as discussões sobre a anistia de desmatadores ilegais foram feitas de maneira equivocada.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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13 de fevereiro de 2008

Quem ganha?

Contrariando ambientalistas e os ministérios do Meio Ambiente e Saúde, o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) aprovou nesta terça a comercialização de duas variedades de sementes de milho transgênico, das multinacionais Bayer e Monsanto. A comercialização das variedades foi alvo de relatórios desfavoráveis emitidos pela Anvisa e Ibama, no ano passado, que afirmaram não haver comprovação de que os produtos não trazem risco à saúde e ao ambiente. Os dois órgãos ainda argumentam que elas podem contaminar culturas tradicionais e apontam a ausência de regras suficientes para monitoramento do plantio, transporte e armazenagem. Uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo diz que, dos 11 ministros que compõem o CNBS, sete votaram a favor da comercialização.

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2008
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