Reportagens
23 de janeiro de 2008

Volta triunfal

Em apenas 5 meses, desmatamento atinge 7 mil km2, o equivalente a 64% de todas as derrubadas em um ano. Mato Grosso volta a liderar o crescimento da degradação na Amazônia.

Por Gustavo Faleiros
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Desmatamento a todo vapor

O Ministério do Meio Ambiente convocou nesta quarta uma coletiva de imprensa para anunciar números preliminares do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Entre os meses de agosto e dezembro de 2007, as imagens de satélite indicaram derrubada de 3235 Km2. A degradação se concentrou nos meses de novembro e dezembro, que respondem por quase 60% do total. Foi isso que chamou a atenção do Ministério, pois trata-se do período de chuvas. Nunca na curta história do Deter (começou a funcionar em 2004) desmatamentos nesta época foram observados.

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Vai continuar?

Como as imagens do Deter representam, em média, 40% do desmatamento real, a estimativa apresentada pelo Ministério, é de que só no segundo semestre do ano passado tenham sido derrubados 7000 km2 de floresta amazônica. Considerando que, entre agosto de 2006 e julho de 2007, o total fora de 11 mil km2, a preocupação agora é que esse ritmo do fim de 2007 possa prevalecer em 2008. A dúvida do Ministério é: foi só a estiagem que causou uma antecipação de desmatamentos ou é uma tendência contínua?

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Mato Grosso campeão

A péssima notícia dos números do desmatamento é que o Mato Grosso voltou a liderar os estados que mais desmatam, onde ocorreram 53% dos 3235 km2 das derrubadas. Logo em seguida temos Rondônia (16%) e Pará (17,8%).

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Reforço

Durante o carnaval, o Parque Estadual da Ilha Grande (RJ) ficará um pouco mais protegido. O Instituto Estadual de Florestas anunciou que 18 profissionais recém-contratados vão reforçar a fiscalização do local durante o período. Deles, oito vão exercer a função de guardiões da unidade de conservação a partir de caminhadas para notar possíveis irregularidades. Atualmente, apenas seis fiscais tomam conta do atendimento ao público e da vistoria dos 120 quilômetros quadrados de área.

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Comando e controle

Mas a ministra Marina Silva e sua equipe bateram na tecla que o tempo vai fechar para os desmatadores. Sai até sexta-feira, a lista de 31 municípios campeões em desmatamento onde haverá ações especiais e, principalmente, serão proibidas quaisquer novas licenças para supressão de vegetação. Anote aí os três líderes: São Felix do Xingu (PA) Cumaru do Norte ( PA) e Colniza (MT).

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Casa nova

O rio Paranapanema vai receber, nos próximos dias, novos moradores. São cerca de 300 mil alevinos de piracanjuba – espécie nativa da região - que serão soltos nos reservatórios de Taquaraçu, entre os municípios de Sandovalina (SP) e Itaguajé (PR), e Salto Grande, localizado entre Cambará (PR) e Salto Grande (SP). A soltura dos peixes faz parte do Programa de Manejo Pesqueiro, realizado pela empresa Duke Energy.

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Repovoamento

O objetivo da Duke Energy, empresa que administra oito usinas hidrelétricas situadas ao longo do rio Paranapanema, na divisa entre os estados de São Paulo e Paraná, é manter a diversidade de espécies no rio e estimular o crescimento da produção pesqueira na região. Criado em 2001, o projeto já promoveu a soltura de mais de 11,5 milhões de peixes. E a previsão da empresa é ainda mais animadora: até o final deste ano, estima-se que sejam soltos 1,5 milhão de alevinos de pacus-guaçu, curimbatás, piaparas, piracanjubas e dourados. O projeto conta com a parceria das Faculdades Luiz Meneghel, Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Unesp Botucatu.

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23 de janeiro de 2008
Colunas
23 de janeiro de 2008

O perigo do Criacionismo

Ter uma apóstola do Criacionismo no Ministério do Meio Ambiente é melhor do que imaginá-la na pasta da Educação, mas a opção primeira de Marina Silva pela fé tem seus riscos.

Por Marcos Sá Corrêa
23 de janeiro de 2008
Análises
23 de janeiro de 2008

Criacionismo no MMA

De Alan Boccato, servidor do MMA Cada um acredita no que quer… problema de cada um… A ministra foi lá falar para criacionistas, no canto deles, evento deles, organizado por eles e para eles… Danem-se!!! Ninguém nunca tentou me converter aqui dentro do ministério e não ouvi ninguém dizer que sofreu um atentado para se

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23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Quem faz mais?

O Fórum Econômico Mundial, em Davos, teve início nesta quarta-feira com a divulgação de um ranking dos países mais amigos do meio ambiente. Entre 149 nações, o Brasil ficou em 35º lugar. Quem abriu a lista foi a Suíça, local onde a reunião acontece. Uma rápida análise dos resultados indica que a riqueza é fator fundamental para alcançar uma maior sustentabilidade. Mesmo assim, os Estados Unidos amargaram a 39ª colocação, ficando atrás de países como Chile e Equador. As últimas cinco posições ficaram a cargo do continente africano. Os critérios para a elaboração da lista foram saúde ambiental, poluição do ar, recursos de água, biodiversidade, recursos naturais produtivos e mudanças climáticas. A notícia é da agência EFE e foi veiculada pela Folha Online.

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23 de janeiro de 2008
Notícias
23 de janeiro de 2008

Vida nova

Depois de três décadas de massacre ambiental, a China resolveu dar um jeito em seus lagos poluídos. Mesmo sucumbindo com toda espécie de lixo e sujeira, a proposta do governo é que até 2030 as águas estejam límpidas como um dia já foram. Para isso, as autoridades ambientais chinesas pretendem fechar o cerco aos sujões. As promessas vão desde aumentar a fiscalização para evitar o lançamento de lixo em local indevido, até fechar as portas de indústrias poluidoras vizinhas aos lagos. Mas o desafio do governo começa dentro de casa: terá de enfrentar a resistência de autoridades locais que buscam cegamente o crescimento econômico. Leia mais na reportagem do New York Times.

Por Redação ((o))eco
23 de janeiro de 2008
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