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9 de janeiro de 2008

Rigidez

No primeiro dia de 2008, o governo chinês determinou taxas rigorosas para garantir uma menor poluição decorrente dos combustíveis usados nos veículos. A partir de agora, a gasolina e o diesel que forem vendidos em Pequim devem conter apenas 50 partes por milhão de enxofre, um terço do valor anteriormente estimado. A expectativa é melhorar a qualidade do ar para os Jogos Olímpicos, que começam em agosto na capital do país asiático.

Por Redação ((o))eco
9 de janeiro de 2008
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9 de janeiro de 2008

Comparação

Vale dizer que os novos índices são muito mais severos do que os adotados no Brasil. A Petrobras e Agência Nacional do Petróleo, como já foi mostrado em O Eco, resistem em adotar o diesel com teor de enxofre de 50 partes por milhão.

Por Redação ((o))eco
9 de janeiro de 2008
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9 de janeiro de 2008

Já era hora

A atitude chinesa segue uma tendência mundial. Países desde a Irlanda até a África do Sul já colocaram rigorosas taxas sob o uso de sacolas plásticas. Alguns deles inclusive eliminaram a venda por completo. Antes tarde do que nunca. Por dia, cerca de três bilhões de bolsas feitas com o material são utilizadas na nação asiática. Para cobrir o mercado, é necessário produzir 37 milhões de barris de petróleo a cada ano.

Por Redação ((o))eco
9 de janeiro de 2008
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9 de janeiro de 2008

Na mira da fiscalização

Uma outra nova lei também pegou os chineses de surpresa nesta terça-feira: a partir do dia 1 de junho, a produção de sacolas plásticas ultra finas está proibida, assim como a sua doação em mercados e lojas. A medida veio em boa hora, já que a destinação após o uso não é a correta e causa enorme desperdício e poluição no país. Na mesma data, a venda e uso de sacolinhas mais estreitas do que 0.025mm também serão ilegais. As empresas que não obedecerem à determinação terão seus bens confiscados.

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9 de janeiro de 2008
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9 de janeiro de 2008

O poder do sol

Todas as construções públicas do estado do Rio de Janeiro serão obrigadas por lei a usar um sistema que aproveite a luz solar. No mínimo, 40% de toda a água quente consumida pelos escritórios deverá ser proveniente da fonte alternativa. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Poder Executivo no último dia 3 de janeiro, depois que o governador Sérgio Cabral sancionou a norma elaborada pelo deputado Rodrigo Dantas (DEM).

Por Redação ((o))eco
9 de janeiro de 2008
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9 de janeiro de 2008

Na ponta do lápis

Para evitar o disse-me-disse, deverá constar nos editais de licitação das construções ou reformas de prédios públicos que o sistema de captação da energia solar é obrigatório. Só serão liberados da regra aqueles que apresentarem algum tipo de inviabilidade técnica. De acordo com o relatório técnico de Rodrigo Dantas, o Brasil tem capacidade de gerar 15 trilhões de megawatts de energia com a ajuda do sol.

Por Redação ((o))eco
9 de janeiro de 2008
Fotografia
8 de janeiro de 2008

Triângulo da natureza

“No pé de angico, atrás das araucárias, tem uns mil mandruvás”, anunciou Sebastião. “Eles estão lá agora. À noite sobem para as copas, para comer”....

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2008
Fotografia
8 de janeiro de 2008

Beija-flor da sorte

Numa tarde de outubro de 2007, Inês Brito, 9 anos, ficou olhando o pai, Manoel Francisco Brito, fotografar beija-flores com sua Cânon 40D em ISO...

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8 de janeiro de 2008
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8 de janeiro de 2008

Dança das cadeiras

Mal começou o ano e se anuncia a primeira dança de cadeiras no Ministério do Meio Ambiente. Na liderança da Diretoria de Áreas Protegidas desde 2003, Maurício Mercadante cede o bastão a João de Deus Medeiros, professor de Botânica da Universidade Federal de Santa Catarina. Ele já vinha auxiliando o governo em estudos e implementação de áreas protegidas na Região Sul. Mercadante deve assumir cargo como assessor da secretária Maria Cecília Wey de Brito, na Secretaria de Biodiversidade e Florestas.

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8 de janeiro de 2008
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8 de janeiro de 2008

Raios no sudeste

Neste verão, o sudeste brasileiro promete ser elétrico. Um estudo do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat/Inpe) revela que a incidência de raios vai aumentar na região durante a estação, devido ao fenômeno La Niña. Os pesquisadores explicaram ao jornal O Globo que a conclusão veio de dados históricos: quando há a ocorrência do La Niña, as descargas elétricas costumam aumentar no sudeste. Se as previsões se concretizarem, pode haver mais mortes, interrupções de energia e prejuízos nos setores elétrico, industrial e de telecomunicações. O elevação da incidência de raios também acompanha o aquecimento global. Caso a temperatura média do planeta suba 5 graus Celsius daqui para frente, a estimativa é que o aumento de raios seja de 100%.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2008

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