Notícias
8 de janeiro de 2007

Aquecimento interativo

A faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, colocou na internet uma interessante ferramenta para entender os impactos das mudanças climáticas. Usando um modelo do Centro Climático do Canadá, que indica elevações da temperatura nas próximas quadro décadas entre 2,5 graus a 5,2 graus, o internauta pode clicar em cada país e saber como suas economias vão se alterar. Uma curiosidade: a Mongólia aparece como o país que mais vai obter ganhos no PIB por conta do aquecimento. Até 2030, 1,5% serão acrescidos ao produto daquele país, graças aos efeitos positivos do calor sobre a agricultura.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Quem perde

Os autores do mapa interativo explicam que a principal causa das perdas será o efeito do calor sobre a produtividade agrícola. No Brasil, por exemplo, em 2040, o PIB poderá sofrer uma redução de 0,18% se confirmado um aumento de temperatura de aproximadamente 2 graus no globo. Já em 2010, com uma elevação de 0,8 graus, o Brasil apresentará 0,03% de redução. Na África e na Ásia, as perdas por conta da agricultura se repetem e afetam praticamente todo o continente. É interessante observar que a China, por ter alterado já grande parte suas áreas agricultáveis, permanecerá com sua economia ilesa aos efeitos do aquecimento por pelo menos três décadas.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Quem ganha

Já os países com muitas regiões frias sairão ganhando com aquecimento. Chile, Argentina, Canadá e Rússia estão entre as nações que poderão lucrar com o transformação de zonas geladas em áreas de plantio. Os Estados Unidos, o vilão do Protocolo de Quioto, também não precisa se preocupar. Com aquecimento, a economia do país fica praticamente no empate, cai apenas 0,02% em 2040.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Água para as usinas

Antes do ano terminar, a Agência Nacional de Águas (ANA) publicou no Diário Oficial a declaração de reserva de disponibilidade hídrica das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, a serem construídas no rio Madeira (RO). O documento atesta a disponibilidade de recursos hídricos para os empreendimentos, e, neste quesito, os libera para participação em leilão para exploração dos usos da água na bacia.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Outorga garantida

A declaração de reserva de disponibilidade hídrica se transforma automaticamente em outorga de direito de uso de recurso hídrico no momento em que estiver concluído o processo de licitação para eleger a concessionária do serviço. Antes disso, porém, o Ibama deve conceder licença ambiental prévia aos empreendimentos.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Incentivos

Produtores orgânicos de São Paulo podem receber, a partir de agora, incentivos fiscais e de créditos agrícolas, desde que comprovem a certificação de suas mercadorias emitida por instituições credenciadas pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento. Os benefícios estão amparados por nova lei que institui o Programa de Incentivo ao Sistema Orgânico de Produção Agropecuária e Industrial no estado. De autoria do deputado Aldo Demarchi (PFL), o texto considera sistema orgânico de produção “todo aquele em que se adotem tecnologias que otimizem o uso de recursos naturais e socioeconômicos, tendo por objetivo a oferta de produtos isentos de qualquer tipo de contaminantes que coloquem em risco a saúde do consumidor, do produtor e do meio ambiente”.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Reciclagem obrigatória

Shoppings centers, empresas de grande porte, repartições públicas e condomínios comerciais, industriais e residenciais (com mais de 50 apartamentos) estabelecidos no estado de São Paulo terão de separar o lixo produzido em resíduos recicláveis e não-recicláveis. A coleta obrigatória começa a valer a partir da regulamentação de lei recém-aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado, que determina multas de 500 Ufesps (R$ 6.965,00) para estabelecimentos que não cumprirem a nova regra.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Redimida

A automobilística General Motors despendeu mais de cinco anos no desenvolvimento de carros movidos a eletricidade. Desistiu em 2003. Muita gente se perguntou o porquê da decisão e teorias conspiratórias pipocaram em todos os cantos. Agora, a companhia tenta provar que não é comprada pelo petróleo e se preocupa com o meio ambiente: apresentou no último fim de semana, num Salão do Automóvel americano, um novo protótipo de carro elétrico. A empresa estima que precise de mais dois ou três anos para terminar de desenvolver a tecnologia, que demandará pouquíssima – ou nenhuma – gasolina. Ele poderá rodar mais de 60 quilômetros só com a bateria, o que é uma boa novidade nesse campo. A notícia está no site Planet Ark.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Rodando verde

Não foi só a GM que aproveitou a feira realizada na cidade de Detroit para mostrar novos inventos ecológicos. A alemã BMW veio com seu Hydrogen 7, a hidrogênio. A Honda anunciou que também estuda carros elétricos – que ainda precisam de baterias melhores. E a Toyota mostrou um híbrido de gasolina e eletricidade com jeitão de carro esportivo que vai de zero a cem quilômetros por hora em apenas quatro segundos. Uma beleza. A notícia saiu no Environmental News Service e também no Planet Ark.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Coisa feia

Um relatório divulgado na semana passada pela organização Union of Concerned Scientists acusa a petrolífera Exxon de capitanear uma campanha massiva de desinformação do público em relação ao aquecimento global. O documento diz que as táticas são as mesmas usadas pelas companhias de cigarro para esconder os efeitos do produto há algumas décadas. Denúncias do tipo têm aparecido de uns anos para cá, mas, segundo a reportagem do The New York Times, o novo relatório mostra com detalhes as ligações entre a empresa e os cientistas que jogam dúvidas sobre as mudanças climáticas causadas pelo homem.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Notícias
8 de janeiro de 2007

Sei não…

O parque nacional de Conkouati-Douli, no Congo, considerado o mais biodiverso do país, está ameaçado por atividades de exploração petrolífera no entorno, dizem ambientalistas. Em reportagem do Planet Ark, eles alegam que a Zetah, companhia subsidiária de uma empresa francesa, perturba a vida na área devido às explosões sísmicas realizadas no subsolo para ajudar a descobrir novos poços. Além disso, novas estradas e pontes têm facilitado o acesso ao parque, aumentando a pressão sobre a floresta. Segundo os ambientalistas, a empresa não tem as licenças necessárias para realizar as explosões. Mas o governo do país jura que o meio ambiente está sendo cuidado e que tudo está dentro das normas.

Por Redação ((o))eco
8 de janeiro de 2007
Entrar