Análises
7 de dezembro de 2006

A água levada a sério

De Claudio Vaz Marinho Sou co-proprietário de áreas rurais no sul da Bahia proximo a Porto Seguro, áreas essas possuidoras de bolsões de Mata Atlântica que talvez beirem 1.000,00 ha em excelente estado de conservação e não tenho meios nem idéia de como continuar a preservá-los. Todas as hipóteses convencionais, incluída a tentativa de tornar essas áreas em Reserva de Preservação Particular deram em nada. O fato de que algumas dessas áreas situam-se próximas demais de algumas cidades da região fazem com qeu tenha sofrido pressões de prefeitos, MST, empresas fabricantes de celulose e tudo o mais. Como não há alternativa de exploração econômica dessas áreas, a manutenção das mesmas é uma carga cada vez mais pesada porque afinal de contas os recursos econômicos são limitados e o assédio é continuo e inflexivél. Resumidamente, busco qualquer tipo de solução que me permita preservar essas áreas e simultâneamente gerar algum tipo de receita. A leitura do artigo do Sr. Marcos Sá Corrêa "O água levado a sério" no jornal O LIBERAL, de Belém do Pará, instou-me a tentar fazer algum contato tanto com o sr. Marcos Sá Corrêa, como com o site O Eco.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Mapa da malária

As maravilhas do Google Earth acabam de ser aproveitadas por pesquisadores ingleses e quenianos, que elaboraram um mapa on-line capaz de identificar as áreas mais ameaçadas por malária no mundo. Trata-se do Projeto Atlas da Malária (MAP, em inglês), que veio para ser a versão mais atualizada da distribuição da doença no planeta. Até então, as referências mais confiáveis eram da década de 60.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Sinal de fumaça

O monitoramento das nuvens de fumaça de queimadas -- fundamental para entender o processo de mudanças climáticas em escala regional e global -- está mais eficaz no Brasil. Pesquisadores do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe) aperfeiçoaram modelos de química da atmosfera que permitem acompanhar os deslocamentos da fumaça com mais precisão. Os sistemas tradicionais normalmente monitoram as partículas que sobem apenas até quatro quilômetros. O novo método vai possibilitar a medição a altitudes acima de oito quilômetros. A novidade foi tão bem aceita na comunidade científica que entidades como o National Center for Atmospheric Research (NCAR), dos Estados Unidos, aderiram ao sistema.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Biota Amazônica

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Simpósio da Biota Amazônica, evento do Museu Paraense Emilio Goeldi e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que vai promover o debate sobre as mudanças ocorridas na Amazônia nos últimos 40 anos. As discusões, que ocorrem de 11 a 14 de dezembro, em Belém, serão divididas nos temas: Geociências, Conservação, Zoologia, Botânica e Ciências Sociais. Mais informações pelo site do museu ou pelos telefones (91) 3249-6373 e 3249-1302.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

O velho e bom “entrave”

Um dos pontos mais quentes de discussão entre as áreas de infra-estrutura e meio ambiente do governo federal neste momento é a compensação ambiental. O instrumento, criado na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), prevê a destinação de recursos financeiros de obras com impacto ambiental a parques e reservas. A Casa Civil determinou que a portaria com a metodologia de cálculo da compensação deve ser publicada o mais rápido possível e deu ao Ministério de Minas e Energia a tarefa de acabar de vez com as intermináveis discussões entre o setor produtivo e o Ibama. Uma reunião final sobre o assunto ocorrerá nos próximos dias.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Não gostei

O Ministério de Minas e Energia (MME) já tem em mãos a versão final da metodologia de cálculo elaborada pela Câmara de Compensação Ambiental do Ibama. Mas os técnicos do Ministério já revelaram que não gostaram da proposta. Assim como o setor privado, o MME esperava que a metodologia definisse um teto de cobrança da compensação. A Lei do SNUC determina apenas um mínimo de 0,5% sobre o valor do empreendimento. O que desagrada aos tocadores de obras do governo é que a procuradoria do Ibama já emitiu um parecer que considera a metodologia legalmente viável, pois em média ela não ultrapassaria 3,5% do valor dos empreendimentos. Para eles, isso é muito.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Opinião de peso

Por trás da força do MME na condução das discussões da compensação ambiental está a gigante Petrobras. A estatal colocou na mesa um argumento bastante direto: ou se define um teto ou não haverá apoio à compensação. Para amenizar a posição, a Petrobras até aceita que o valor da taxa seja de até 3%. Para ela o importante é um teto definido, pois se não houver, alegam seus técnicos, a compensação vai bagunçar os leilões de blocos de exploração de petróleo. Outra reivindicação da estatal é que não se faça uma metodologia separada para compensação de empreendimentos marítimos.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Reportagens
7 de dezembro de 2006

Por trás de uma emboscada

Repórter visita Caracaraí, em Roraima, dias depois de emboscada contra fiscais do Ibama na região e ouve relatos de agressões cometidas durante flagrantes de pesca de tartaruga.

Por Tetê Oliveira
7 de dezembro de 2006
Análises
7 de dezembro de 2006

Sobre isopor na embalagem de eletrodomésticos

De Lais Salve querido editor, Leio O Eco com prazer, grata pela criatividade, a beleza das imagens, o conteudo. Esta semana eu percebi que um leitor de O Eco não soube como descartar o isopor da embalagem de sua geladeira nova. Eu vivi o mesmo problema, comprei um fogão e uma geladeira e a imensa pilha de isopor e cartolina eu tentei repassar para o entregador da Tele-Rio, que declinou educadamente minha proposta. Fiquei uns dias com o isopor em casa na área de serviço. A geladeira eu deixei sobre a base do isopor que acabou servindo de pé de geladeira. Eu nem sei se isso causa algum outro problema como o aumento do consumo...Acabei jogando o resto fora mas incomodou. Adotando praticas de longo uso dos eletro domesticos eu acredito que minha familia é "uma familia de baixo impacto". Mesmo tendo algum recurso nós evitamos trocar os aparelhos e minha geladeira durou mais de 10 anos. Assim o fogao o micro-ondas e a maquina de lavar , a batedeira, liquidificador, enfim nós demoramos muito para trocar os aparelhos e assim não contribuir para o "dumping" . Por isso eu acho que me impressionei com a quantidade de lixo de isopor que gera a compra de um fogão e uma geladeira.Um abração,

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006
Análises
7 de dezembro de 2006

O canto do cisne verde

Coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace faz uma análise crítica da criação da enorme rede de áreas protegidas esta semana no Pará. A medida beneficia madeireiros, diz.

Por Paulo Adario
7 de dezembro de 2006
Notícias
7 de dezembro de 2006

Fica, não fica

No mesmo dia em que a ministra Marina Silva aparece dizendo a Gerson Camarotti de O Globo, "perco o pescoço, mas não perco o juízo", a ministra Dilma Roussef dirá a Míriam Leitão, em entrevista que irá ao ar na Globonews, hoje às 21:30, no Espaço Aberto Míriam Leitão, que "se depender de mim, ela fica". A ministra, desde ontem, começou a dizer que não se pode atribuir ao Meio Ambiente todos os entraves ao desenvolvimento. Ela agora prefere atropelar o vernáculo, para desviar um pouco da rota de colizão direta com Marina Silva, dizendo que é preciso "eficientizar" a administração pública e a regulação, para destravar o desenvolvimento. Mas essa manobra, por enquanto, não parece suficiente para evitar a colizão frontal entre os desenvolvimentos e a ministra do Meio Ambiente.

Por Carolina Elia
7 de dezembro de 2006
Reportagens
6 de dezembro de 2006

Brilho suspeito

Joalheiros não precisam prestar contas quanto à origem de pedras e metais preciosos. Pouco importa se elas são produto de trabalho degradante ou de devastação ambiental.

Por Andreia Fanzeres
6 de dezembro de 2006

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