Notícias
19 de setembro de 2006

Jogada

O governo russo suspendeu o licenciamento ambiental do maior investimento privado em energia do país – um poço de petróleo e gás natural operado pela Shell. Teme danos à vida de salmões que nadam nos rios da região da Ilha de Sakhalin. O projeto de 20 bilhões de dólares emprega, atualmente, 17 mil pessoas. Mas analistas dizem que esse papo de meio ambiente é só fachada: o governo russo pode estar atrás de uma manobra para renegociar termos do contrato. A notícia também está no The New York Times.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Notícias
19 de setembro de 2006

Corrida ecológica

No próximo domingo, 24 de setembro, às 9h, ocorrerá a 3ª corrida ecológica do Rio Sorocaba, em São Paulo. O percurso será de 10 km e a retirada do...

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Notícias
19 de setembro de 2006

Filmes de montanha

Os montanhistas que gostam de filmar suas aventuras, em curta ou média metragem, podem inscrever seu material até sexta-feira, 22 de setembro, na...

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Notícias
19 de setembro de 2006

Novo ângulo

O Pantanal sul-mato-grossense tem um novo roteiro turístico esboçado para a época da estiagem, de maio a setembro. O foco é no ecoturismo, com...

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Notícias
19 de setembro de 2006

Enduro da Lua

No próximo sábado, 23 de setembro, acontece a 9ª etapa do campeonato paulista de trekking, batizada de Enduro da Lua, que começa ao cair da noite...

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Reportagens
19 de setembro de 2006

Os tucanos do Rio

O tucano-de-bico-preto só voltou a habitar remanescentes de mata no estado do Rio graças aos quase 60 anos de trabalho do primatologista Adelmar Coimbra Filho.

Por Marina Lemle
19 de setembro de 2006
Análises
19 de setembro de 2006

Incêndio criminoso I

De André PicardiCoordenador da Frente Popular em Defesa da Serra da CanastraNão sou bombeiro, policial, perito em incêndios florestais, muito menos advogado dos proprietários de terra na região do Parque Nacional da Serra da Canastra, de qualquer forma gostaria de tecer alguns comentários sobre aquilo que vem sendo escrito neste site a respeito do incêndio que na última semana queimou cerca de 77% da área do Parque com a situação fundiária (71.525ha) já regularizada, ou 27% da área prevista em seu decreto de criação (200.000ha).Primeiramente gostaria de dizer que apesar de compartilhar da suspeita de que o incêndio tenha sido criminoso, considero extremamente leviano apontar suspeitos, posto que nenhuma perícia ainda foi feita no local; aliás desde a criação da Unidade de Conservação, todos os anos os incêndios se repetem, sempre na mesma época e nunca foi aberto sequer um inquérito policial com o intuito de averiguar a hipótese de incêndio criminoso e eventual responsabilidade.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2006
Notícias
18 de setembro de 2006

Incêndio criminoso

Na última semana, o Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais, enfrentou um incêndio que destruiu pouco mais de 34 mil hectares de sua área regularizada. Segundo o chefe da unidade, Joaquim Maia Neto, há fortes indícios de que o fogo foi proposital. Dentro da área do parque foram encontradas latas de querosene e os focos surgiram simultaneamente e em pontos distantes um do outro. As primeiras chamas apareceram dia 10 de setembro.

Por Redação ((o))eco
18 de setembro de 2006
Notícias
18 de setembro de 2006

Suspeitos

Os principais suspeitos são produtores rurais que têm propriedades no entorno do parque. Este mês, eles entraram em atrito com o Ibama ao se recusarem a discutir a regularização fundiária na região. O parque tem 200 mil hectares, mas apenas 71 mil foram desapropriados. Na quinta-feira, dia 14, houve uma reunião para firmar um termo de compromisso com os proprietários ainda não indenizados, delimitando o que eles podem ou não fazer na área do parque.

Por Redação ((o))eco
18 de setembro de 2006
Notícias
18 de setembro de 2006

Prejuízo

A parte mais atingida pelo fogo foi a de uso público, onde ficam as atrações turísticas. Mas para a administração do parque, a queima da vegetação na área intangível foi a mais grave por se tratar de um ecossistema frágil e rico em biodiversidade. O incêndio também atingiu matas ciliares, que demoram até 10 anos para se recuperarem.

Por Redação ((o))eco
18 de setembro de 2006
Entrar