Notícias
8 de agosto de 2006

Queimada de índio

Desde o início do período proibitivo de fogo em Mato Grosso, dia 15 de julho, 8% das queimadas registradas no estado aconteceram dentro de terras indígenas. Segundo reportagem do Diário de Cuiabá, até o dia seis de agosto, 157 focos já haviam sido registrados nessas áreas. As zonas que mais queimam são as do Parque Indígena do Xingu e as terras indígenas Paresi e Capoto/Jarina.

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2006
Notícias
8 de agosto de 2006

Parou geral

A ação da equipe de Marina tem como objetivo driblar a paralização do Projeto de Lei Complementar 12;2003, de objetivos similares e redigido pelo deputado Sarney Filho (PV-MA). Desde outubro do ano passado, quando chegou a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, o PLP não andou um milímetro sequer. Os ruralistas temem que o MMA esteja querendo fechar o cerco sobre os transgênicos com licenciamentos municipais.

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2006
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8 de agosto de 2006

Campeonato

De 17 a 24 de setembro acontece na praia de Tambaú, em João Pessoa (PB), a final do Circuito Mundial da Professional Kite Riders Association...

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2006
Análises
8 de agosto de 2006

A expulsão do paraíso, segundo Audubon II

De Paraguassú ÉleresPrezado amigo Marcos Sá Corrêa,Parabéns pelo artigo publicado em O Liberal e em O Eco, sobre o retratista de aves nos EUA, John James Audubon, pessoa que tanto contribuiu para a posteridade, registrando o que havia pelas matas, campos e campinas na América do Norte. Pena que a posteridade se lembre mais de Bufallo Bill que de Audubon.Minhas andanças como agrimensor pelas matas da Amazônia me permitiu ver muita coisa que não existe mais, como os castanhais da mesopotâmia Araguaia-Xingú, e outras que felizmente foram preservadas como os catitús da Ilha de Maracá, hoje Unidade de Conservação das Natureza, no rio Uraricoera. Ali pesquei e cacei em 1961, como repórter (em verdade mero escriba) de expedição feita pelo Comando da Primeira Zona Aérea, atual Primeiro COMAR, até à serra do Parima, limite com Venezuela, numa campanha em que se usou bomba de napalm para queimar campos naturais para pousar e fazer contato com os Yanomams (que à época assim não se chamavam, mas Waicá, Parrarures, Xirianás do Norte...). Estou selecionando fotografias e ordenando o relato dessas lembranças num livro que chamarei “Contrafortes do Eldorado”. Peço seu endereço para mandar-lhe “Intervenção Territorial Federal na Amazônia”, com base em minha monografia de mestrado em Direito Agrário, na Universidade Federal do Pará, que em especial trata dos 100 km para cada margem das rodovias federais, verdadeiro saque da União cometeu nas terras dos estados da Amazônia Legal, que de resto também saqueou as margens dos rios e litorais em todo o país, onde a água toca a terra, matéria sobre a qual tratei no livro “Terrenos de Marinha e Terrenos Marginais”, que está sendo prefaciado pelo professor Benedito Nunes.Sobre o “Intervenção” há notas na Internet.Mais uma vez, parabéns pelo artigo sobre o desenhista de pássaros.Cordialmente.

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Passou

Greg Asner, cientista americano, lançou no final do ano passado um trabalho para mostrar que os índices de desmatamento na Amazônia estavam subestimados. O número oficial não contabiliza o corte seletivo de árvores, apenas o corte raso, coisa que há muito se discute entre os entendidos do assunto no Brasil. Mas o estudo de Asner não foi muito bem recebido aqui. Dizia-se que ele tinha exagerado nas contas. O Inpe reviu seu trabalho e informalmente avisou a Asner que não encontraram nenhuma inconsistência grave.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Memória

As estimativas que Asner fez na época, com margem de erro entre 11% e 14%, indicaram que no Acre e Rondônia por exemplo, entre 1999 e 2002, o corte seletivo de árvores ceifou entre 12 mil e 20 mil quilômetros quadrados de floresta.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Andança

Asner está na Austrália, a primeira de uma série de escalas no cinturão tropical que ele fará para botar de pé um estudo sobre biodiversidade de árvores nessa região do globo terrestre. Seu objetivo final é fazer um mapa da diversidade de árvores das diversas florestas tropicais a partir de método desenvolvido em laboratório. Ele envolve a medição direta dos elementos bioquímicos que existem na copa de uma árvore com o auxílio de um avião.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Regras

Mas para isso, Asner precisa primeiro ter os parâmetros de variação desses elementos, para ver se as árvores mudam por espécie, gênero ou família. Daí sua viagem pelos trópicos. Ele está coletando os dados necessários para avançar nesse mapeamento da biodiversidade. As informações, quando estiverem prontas, estarão disponíveis para o público, que nesse caso, dado a especificidade da matéria, deverá ser quase que exclusivamente de cientistas.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Sonho

O governo federal quer criar até o fim do ano 7 unidades de proteção integral no cerrado. A primeira deve ser no Sul do Piauí. Mas a localização ainda está mantida sob segredo porque o governo do estado ainda não foi informado.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
Reportagens
7 de agosto de 2006

Quase unânime

As propostas sobre a criação de Florestas Estaduais na Calha Norte do Pará tiveram adesão maciça da população local. Até a mineradora Rio Tinto quer estar em uma delas.

Por Manoel Francisco Brito
7 de agosto de 2006
Análises
7 de agosto de 2006

A expulsão do paraíso, segundo Audubon

De Leila Ferreira dos Santos Esse nosso modelo moderno de viver é tão egocentrista e tão profundamente devastador, que dói tanto saber que podemos fazer tão pouco para salvaguardar o que resta.Sabe Marcos...me entristeceu tanto ler seu artigo... e hoje é domingo, e a manhã está tão linda.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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7 de agosto de 2006

Placar do fogo

No último domingo o país queimou muito. O Inpe contabilizou 695 focos de calor. Só as regiões leste e sul do Pará tiveram 386 incêndios identificados. E as zonas do centro e do norte Mato Grosso arderam em 120 localidades. No estado, o Parque Estadual do Cristalino apresentou pelo menos quatro queimadas e a Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, 16.

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
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