Notícias
4 de agosto de 2006

Visão

À semelhança do que fez na BR-163, o governo federal quer também criar um distrito florestal na área da BR-319.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Valor

A Embrapa desenvolveu meio de fazer compensado com embaúba. A árvore, nativa da Amazônia, cresce como praga e até então não tinha qualquer valor econômico. A Cykel, madeireira certificada paraense, já está testando a embaúba como matéria-prima.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
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4 de agosto de 2006

Opção

Estudos com o paricá, ou pinho cuiabano, indicam que ele pode virar uma alternativa nativa da Amazônia para o reflorestamento de áreas degradadas na região. A árvore está chegando à maturidade com oito anos. É menos do que a média atual de um eucalipto, que chega ao ponto de corte em cinco anos, mas mais veloz do que seu desempenho quando ele foi transportado da Austrália para o Brasil. Na época, um eucalipto levava entre 12 e 15 anos para crescer.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
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4 de agosto de 2006

Outra opção

O Tachi, outra nativa amazônica, também está se mostrando ser uma ótima opção de reflorestamento para áreas que dependem economicamente de carvão vegetal. É por conta dela, e pelas recentes experiências de replantio com outras espécies nativas da Amazônia, que o governo quer transformar a região de Carajás, no Pará, onde as siderúrgicas andaram desmatando sem qualquer dó, em distrito florestal dedicado ao reflorestamento com árvores da região.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Último capítulo

A novela dos contratos de transição para planos de manejo florestal para o novo regime regulatório definido pela Lei de Gestão de Florestas Públicas está perto do fim. Depois de quase um ano de pancadaria entre governo e madeireiros, e muitos meses de negociação, estima-se que em 15 dias vários planos que estavam paralisados no Pará poderão voltar a funcionar.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Reportagens
4 de agosto de 2006

É fogo…

Na época das queimadas, pilotos brasileiros apagam incêndios em Portugal. Aqui falta estrutura, dinheiro e vontade política para o combate eficiente às chamas.

Por Andreia Fanzeres
4 de agosto de 2006
Análises
4 de agosto de 2006

“Solicito destaque devido à resposta do MMA”

De Mauricio MercadanteDiretor de Áreas Protegidas da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente Prezado Editor, Nas últimas semanas enviei três cartas para publicação em O Eco. Todas elas respostas a artigos publicados por colunistas do site. A primeira recebeu o devido destaque, fazendo-se referência ao artigo original, ao seu autor, e ao autor da resposta. Caixa postal Legislar não é brincadeira Lei referente a unidades de conservação vira tema de debate entre o colunista Marc Dourojeanni e diretor de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente. A segunda recebeu o destaque devido, novamente fazendo-se referência ao autor da carta e à autora do artigo que motivou a resposta, embora eu tenha sido rebaixado de diretor para funcionário do Ministério do Meio Ambiente. Até aí, tudo bem.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Mesma coisa

A reunião do Conselho Nacional de Biossegurança (CTNBio) realizada quinta-feira, na Casa Civil, acabou em propostas para agilizar a avaliação de projetos de pesquisa e comércio de produtos transgênicos. Segundo um participante da encontro, a exigência de se ter dois terços dos votos para a aprovação de uma resolução, questão que mais divide ruralistas e ambientalistas, ficou de fora da lista de coisas a serem mudadas.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006

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