Análises
3 de julho de 2006

O Manual do jardineiro indignado

De Amauri José Junqueira Prezados SenhoresGostaria de agradecer ao Sr. Marcos Sá Correa pelo artigo no jornal O Estado de São Paulo de 29 de junho intitulado "O Manual do jardineiro indignado". Além do artigo ser muito interessante, para mim que sou ornitólogo amador a dica do Guia foi muito interessante e espero encontrar o exemplar nas livrarias. Além do mais, conheci o site O Eco, onde pelo que pude apreciar rapidamente para uma melhor degustação no fim de semana, são de meu total interesse.Atenciosamente.

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3 de julho de 2006
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3 de julho de 2006

Em liberdade

Em fevereiro de 2005 o caçador Leonardo de Carvalho Marques confessou ter assassinado Dionísio Julio Ribeiro, ambientalista que lutava pela conservação da Reserva Biológica do Tinguá, no Rio de Janeiro. Mas no último dia 20, após alegar ter confessado o crime sob tortura policial, ele foi absolvido e já está solto.

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3 de julho de 2006
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3 de julho de 2006

Lista negra

No dia seguinte à sua prisão, Leornardo revelou que havia uma lista com oito ambientalistas da região que seriam executados, começando por Dionísio Julio. O funcionário do Ibama Márcio das Mercês seria o segundo nome dessa lista. Na época, foi apresentada ao Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Itagiba, uma relação de 14 ambientalistas que trabalhavam na reserva do Tinguá e poderiam estar na mira dos assassinos. Não houve investigação sobre o caso.

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3 de julho de 2006
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3 de julho de 2006

Ato público

Ongs de ambientalistas da região farão uma manifestação nesta terça-feira, às nove da manhã, na porta do Fórum de Nova Iguaçu, na baixada fluminense, contra a libertação de Leonardo de Carvalho Marques.

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3 de julho de 2006
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3 de julho de 2006

Proteção

A Fundação SOS Mata Atlântica acaba de lançar o Programa para Conservação das Zonas Costeira e Marinha sob Influência do Bioma Mata Atlântica. A intenção é diagnosticar a situação ambiental da costa brasileira, desde o delta do Parnaíba, no Piauí, até o arroio Chuí, no Rio Grande do Sul. Em novembro, será lançado o primeiro edital de projetos a serem beneficiados pelo Fundo Costa Atlântica. A SOS já conta com R$ 1 milhão, doação da empresa Copebrás, pertencente ao grupo Anglo American. A meta da organização é captar R$ 5 milhões para serem transferidos a projetos executados nos próximos 10 anos.

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3 de julho de 2006
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Usa e abusa

A cada ano, os aterros da União Européia recebem, em média, 80 milhões de pneus triturados. Graças a uma norma técnica que passa a proibir o depósito de pneus em aterros, a partir de 16 de julho os países da UE terão de encontrar outro destino para esses resíduos. O Brasil é cotado para ser um deles.

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3 de julho de 2006
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No quintal de outro

Mas, se depender do governo brasileiro, o país não vai servir de depósito para o lixo europeu. Uma delegação composta por representantes dos ministérios de Relações Exteriores, da Saúde, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Meio Ambiente, do Ibama e da Casa Civil está de malas prontas para Genebra a fim de dizer não à medida.

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Argumentos

O Brasil defende que o resíduo de pneu é um problema crescente e grave de saúde pública, principalmente em países de climas tropicais, já que, empilhados, sevem de criadouros para mosquitos transmissores de dengue, febre amarela e malária. A queima desse resíduo também cria uma ameaça perigosa, pois libera óleo pirolítico, que contém produtos químicos tóxicos e metais pesados capazes de produzir efeitos adversos à saúde, como perda de memória, deficiência no aprendizado e supressão do sistema imunológico. Além de poluir o ar, claro.

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Solução

Paralelamente à discussão sobre o destino dos pneus europeus, um invento brasileiro promete amenizar essa pendenga ambiental. Em vez de descartá-los, a idéia de Reynaldo Teixeira do Amaral Junior é transformar esses pneus em mourões para cerca - substituindo a madeira bruta ou tratada e o concreto. O invento, que já foi patenteado, chegou à Unicamp há cerca de um ano e aguarda investidores interessados. A universidade vai aperfeiçoar a criação, montando uma máquina para fabricar os mourões em série, com um padrão de qualidade que atenda ao mercado e às condições ambientais.

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3 de julho de 2006
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Outras utilidades

Segundo o inventor, o produto pode ser usado como dormentes de estradas de ferro. Para os 35 mil quilômetros de ferrovias do país, ele estima a necessidade de reposição de aproximadamente oito milhões de dormentes/ano, o que consumiria 40 milhões de pneus. Hoje, para a manutenção dessas vias, utiliza-se 800 mil árvores/ano de madeira de lei.

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