Colunas
23 de fevereiro de 2006

Morte anunciada

Doutores de gabinete do Conama decretaram a morte das Áreas de Preservação Permanente. Quem responderá pelas tragédias que acontecerão ao perdermos essas áreas?

Por Maria Tereza Jorge Pádua
23 de fevereiro de 2006
Reportagens
23 de fevereiro de 2006

Mil e uma utilidades

Decisão do Conama libera as Áreas de Preservação Permanente (APPs) para as mais diversas intervenções, em nome da "utilidade pública" e do "interesse social".

Por Lorenzo Aldé
23 de fevereiro de 2006
Reportagens
22 de fevereiro de 2006

Direito sagrado

Bispos católicos e pastores evangélicos foram à Suprema Corte dos Estados Unidos defender o direito de um grupo de usar o Daime em suas cerimônias religiosas.

Por Manoel Francisco Brito
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Novela Marambaia

Esta semana saiu uma nova decisão judicial que suspende a liminar que permitiu a entrada do Incra na Ilha da Marambaia, protegida pela Marinha e caracterizada pelo Ministério Público como área quilombola. Mas a decisão chegou tarde. A equipe técnica do instituto fez tudo que precisava fazer na ilha para concluir o relatório final sobre a demarcação da área. Lá, eles não precisam mais voltar para conceder a titulação de propriedade definitiva aos supostos descendentes de escravos.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Colunas
22 de fevereiro de 2006

Solução de mercado

Existem soluções de mercado para comportamentos ilegais, como produzir gusa com carvão de desmatamento ou álcool com trabalho degradante e queima de canaviais.

Por Sérgio Abranches
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

APPs liberadas

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou nesta quarta-feira a polêmica resolução que regulamenta as formas de exploração das Áreas de Preservação Permanente (APPs). Integralmente protegidas desde o Código Florestal de 1965, as APPs agora poderão ser alteradas em caso de “utilidade pública” ou “interesse social”. Estão incluídas nessa categoria todas as nascentes, margens de rio, topos de morro, dunas, mangues, restingas e encostas do país. E quem vai interpretar os conceitos de “utilidade pública” e “interesse social” são os órgãos ambientais locais.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Brecha

O Conama também autorizou que reservas legais degradadas em Rondônia sejam recuperadas até cobrir 50% das propriedades rurais em vez de 80%, como prevê a legislação federal. A colher de chá é prevista no Código Florestal Brasileiro. A exceção será aplicada no que ficou definido no Zoneamento Socioeconômico e Ecológico do estado como Zona 1, que engloba áreas de usos agropecuários, agroflorestais e florestais.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Fora da lei

Desde 2002 o governo de Rondônia negocia com o Ministério do Meio Ambiente uma forma de regularizar suas reservas legais. A lei é clara. Na Amazônia, todo proprietário de terra tem que preservar a mata em 80% de seu terreno, mas 9 em cada 10 propriedades rurais de Rondônia não se enquadram na lei.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Uma vez na Itália…

Não é só de esportes e neve que se faz uma Olimpíada de Inverno. Em Turim, onde ela acontece este ano, entre uma medalha e outra, há museus,...

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Trilhas metropolitanas

Modalidade para ser aproveitada por quem mora em cidades com mato perto. É a corrida em trilhas. Subidas em montanhas e uma parada para apreciar a...

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Análises
22 de fevereiro de 2006

A globalização da espiritualidade cabocla

De LucianoAmigo Zé,Fiquei atento aos escritos sobre a situação de dificuldade por qual nossos irmãos da UDV vivenciaram nos EUA, pois, esse problema já acompanho há algum tempo e fico feliz em saber de que a questão está retomando o seu rumo natural.Já bebi o chá algumas vezes e tenho a convicção interior da sua inocividade, mas tenho restrições pela maneira que a UDV relaciona-se com outras religiões que fazem uso da bebida em nosso país. Está ha hora da UDV procurar abrir mais o seu coração e buscar o diálogo ecumênico e diminuir o seu sectarismo ou ficar discriminando outras denominações, usando de sentimentos mesquinhos ou se achando a detentora do conhecimento sobre a Oasca. Você me parece uma pessoa inteligente e estudiosa, e sabe que O Chá nada tem haver com qualquer doutrina religiosa e não pertence a pessoas ou grupos, Ele pertence a Natureza Divina e encontra-se a disposição de todos àqueles que estão de coração aberto a espera de um auxílio para o nosso processo evolutivo espiritual.Um abraço fraternal.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006
Notícias
22 de fevereiro de 2006

Manifesto

A sociedade civil lançou um manifesto contra a decisão do governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, de questionar no Supremo Tribunal Federal a legalidade da Lei Federal nº 9.985/2000 – que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). Ele afirma que a lei que permite a implantação de áreas de proteção à natureza é inconstitucional por ferir o direito à propriedade e ao desenvolvimento. Quem concordar que isso é um absurdo e quiser participar do manifesto, basta escrever para [email protected].

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2006

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