Notícias
8 de setembro de 2005

Quem vai pagar?

A limpeza das praias de Niterói poluídas pelo vazamento de óleo do navio Saga Mascot foi concluída ontem, mas resta saber quem vai pagar a conta da lambança. O Ibama e a Comissão Estadual de Controle Ambiental (Ceca) multaram em 20 milhões de reais a Oceanus Agência Marítima, que se nega a pagar porque a embarcação não estaria mais sob sua responsabilidade na hora do acidente. A empresa diz que a responsável é a dona do navio, a companhia inglesa SMT Shiopmanagement Ltd. Segundo O Globo, está ainda não esclareceu se vai arcar com o prejuízo.

Por Redação ((o))eco
8 de setembro de 2005
Notícias
8 de setembro de 2005

Má notícia

Estudo publicado na revista Nature (só para assinantes) desta semana mostra que, ao contrário do que se imaginava, o solo dos países de clima temperado não está retendo, mas sim liberando gás carbônico na atmosfera e numa velocidade inimaginável. Só no Reino Unido são 13 milhões de toneladas por ano. Tudo culpa do aquecimento global, que ao aumentar a temperatura do solo aumentou o processo de decomposição orgânica e incentivou uma maior descarga de gás carbono na atmosfera, explica matéria do Guardian (gratuito). Detalhe: ¾ do gás carbonico retido no solo da terra, estão nas áreas temperadas. Com a descoberta, os ingleses terão que alterar suas metas de redução de emissão de CO2, pois a carga emitida pelo solo irá acelerar o aquecimento global.

Por Redação ((o))eco
8 de setembro de 2005
Notícias
8 de setembro de 2005

Motim no zoológico

Com a ajuda de uma tora de madeira, três chimpanzés fugiram da jaula no zoológico de Belfast. Em vez de bombeiros ou veterinários, a polícia foi chamada e após dar tiros para o alto, os três botaram as mãos para cima e voltaram pacificamente para trás das grades. A história está no Guardian.

Por Redação ((o))eco
8 de setembro de 2005
Notícias
7 de setembro de 2005

Mais encrenca

As primeiras investigações da Procuradoria Geral do Equador apontaram irregularidades no processo de emissão da licença ambiental concedida à Petrobras para a exploração do Bloco 31, no Parque Nacional de Yasuní. Os investigadores estão sentindo falta do estudo de impacto ambiental para a construção de um centro de facilidades dentro do parque. Quem acompanha a história de perto diz que vem mais coisa por aí.

Por Carolina Elia
7 de setembro de 2005
Notícias
6 de setembro de 2005

Liberadas

Quinta-feira é o dia. Uma semana depois do STF ter derrubado a liminar que impedia a concessão de licenças para obras em Áreas de Preservação Permanente (APPs), o Ibama vai começar a liberá-las novamente. Vai ser uma festa, promovida pela ministra Dilma Roussef.

Por Carolina Elia
6 de setembro de 2005
Notícias
6 de setembro de 2005

Cai fora

Infelizes por morar numa mata cercada de pasto, cerca de 60 índios da etnia Avá-Guarani invadiram no dia 3 de setembro a melhor floresta que encontraram por perto: o Parque Nacional do Iguaçu, no oeste do Paraná. Eles abriram uma picada e a 500 metros do limite do parque montaram um acampamento para mulheres e crianças com lonas de plástico e pedaços de pau . Para isso, removeram a vegetação arbustiva e rasteira de uma área de 200 m2 , o que vai atrapalhar o crescimento da floresta jovem. Segundo o superintendente do Ibama no Paraná, Marino Elígio Gonçalves, a área invadida é de extrema importância biológica. Já Apolônio Rodrigues, vice-diretor do parque e chefe de área de conservação e manejo, afirmou que é uma área de mata secundária, em fase de regeneração. Para quem conhece o parque, os índios estão próximos à linha Martins e prometem só sair de lá quando a Funai e a Itaipu Binacional– cuja formação do lago da usina obrigou a remoção da aldeia para uma área de preservação permanente - encontrarem uma mata bem preservada para eles morarem. Ultimamente virou moda índio invadir área de unidade de conservação. O pior é que com o passar dos dias eles começam a caçar. A Funai promete alimentá-los.

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005
Análises
6 de setembro de 2005

Corra jumento, corra! VI

De Heloisa Pinceli Jornalistas de meia-tigela (desculpe o elogio) como você que o Brasil deveria se livrar, ignorantes que chamam crueldade de cultura. É lastimável ver alguém de nível superior com uma idiotice tão grande.

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005
Análises
6 de setembro de 2005

Corra jumento, corra! V

De Gilda BrandãoSenhora Silvia, Tive a infelicidade de ler seu artigo "Corra jumento, corra!", que me envergonhou por vários motivos.A senhora chama de cultura nordestina uma série de vícios que não só são imorais como também são ilegais. Bastaria considerar que existe uma Constituição no Brasil que no seu artigo 225 inciso VII atribui ao estado brasileiro a garantia de manter os animais livres de tratamento cruel, e a lei federal 9605/98 que no artigo 32 define e pune crimes de maus-tratos aos animais, para verificar que seu artigo incentiva o crime, e portanto é também criminoso. Mas não é este o único equívoco de suas considerações. Tradição não significa coisa boa. Jogar cristãos aos leões, castrar jovens rapazes para manter-lhes a voz aguda no canto das óperas, escravizar pessoas, encurtar os pés das mulhres orientais, tudo isto também existiu em nome da tradição, e felizmente acabou, porque pessoas de bom senso e de mente esclarecida deram um basta.Finalmente, quero dizer-lhe que o Nordeste faz parte do Brasil. e uma tradição atribuída ao Nordeste fatalmente teria de ser considerada uma tradição brasileira. Mas o Brasil se recusa a aceitar covardias, como estas que a senhora descreve, e outras, como a farra do boi, rinhas de galo etc. como parte de suas tradições.São vícios localizados, ilegais, vergonhosos, que uma mulher como a senhora deveria distinguir de cultura e tradição. Afinal de contas, sempre se considera que uma mulher é um ser sensível, mais capacitado a sentir a dor dos desprotegidos, sejam eles pessoas ou animais. A incapacidade de reconhecer a burrice e a covardia é um perigo nas mãos de quem se considera um jornalista, um porta voz da sociedade.Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005
Análises
6 de setembro de 2005

Corra jumento, corra! IV

De Fabiana MelloCirurgiã-Dentista - Epidemiologia - MS/ANSPrezada Sra. Sinto dizer que seu artigo me trouxe imenso desgosto e acredito que deprecia seu trabalho e o trabalho de seu jornal. Em relação ao fato de que a corrida de jumento e o uso de sua carne como alimento é "cultura" vale dizer que a escravidão também era cultura, a mulher incapaz também era cultura, o canibalismo também, as lutas de gladiadores... Muita cultura, não é? A senhora deveria protestar também quanto a esta depredação do patrimônio cultural da humanidade.Acredito que a Sra. também seja a favor da "cultura" da Farra do Boi e dos rodeios. A democracia está aí para isto. Inclusive para que as pessoas que discordem do que aparece na mídia também tenham voz.att

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005
Análises
6 de setembro de 2005

Corra jumento, corra! III

De Geuza Lietão Jornalista Silvia PilzCausa-me estranheza uma jornalista que passou pelos bancos de uma universidade (se é que passou), fazer em matéria jornalística a afirmação: "A corrida de jumentos, pode até infringir a lei que protege animais de qualquer tipo de abuso ou maus-tratos. Mas faz parte da cultura". Saiba, jornalista que as leis são feitas para serem cumpridas e o Tribunal de Justiça/CE já decidiu que corrida de jumento é crime tipificado no Art. 32 da Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), por constituir abuso e maltrato contra os jumentos. Portanto já há jurisprudência no sentido de que corrida de jumentos é crime. E V. Sia aplaude esse crime por considerar cultura! Santa ignorância! Certamente gostaria de ver a mulher considerada incapaz como o foi outrora, pois era cultura, assim como a escravidão. Gostaria V. Sia de ser comida pelos canibais? Ora isso também era cultura. Pelo visto, para V. Sia. sendo cultura, mesmo que não preste, deve continuar. Então que retroaja o tempo e V. Sia. não tenha o direito sequer de votar. Que os negros sejam çoitados, escravizados. E saiba que o abatedouro de Santa Quitéria eu fechei, acabou-se. Não está aguardando autorização coisa nenhuma. Acabou mesmo.

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005
Notícias
6 de setembro de 2005

Ensino ao ar livre

O ecoturismo vem crescendo de forma tão acelerada que já virou até tema de curso superior. Durante a Adventure Sports Fair, que ocorreu em São...

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2005

Seja membro e faça parte do maior portal de jornalismo ambiental do país!

Entrar