Salada Verde

Etapas para o licenciamento

A partir de agora, os órgãos licenciadores, como o próprio Ibama e secretarias estaduais, precisarão protocolar os pedidos de análise na sede da unidade de conservação afetada, na coordenação regional a qual ela esteja vinculada (que ainda não foram implantadas nos biomas) ou na sede do ICMBio, em Brasília. O ICMBio pede cópia de todos os estudos ambientais realizados e apresentados ao órgão licenciador e os mínimos detalhes da atividade ou empreendimento pleiteado. Quem analisará os processos serão analistas ambientais indicados pelo chefe da coordenação regional a qual pertence a unidade de conservação, e, depois do parecer técnico conclusivo, os autos administrativos precisarão ainda passar pela diretoria do ICMBio responsável pela UC, que terá a palavra final. Tudo isso dentro de 45 dias. Será?

Salada Verde ·
8 de janeiro de 2009 · 17 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
16 de março de 2026

Entenda o que é o Plano Clima e sua importância no enfrentamento às mudanças climáticas

Organizações celebram publicação do documento, mas chamam atenção para fragilidades e lacunas que ainda precisam ser resolvidas

Análises
16 de março de 2026

Sem passar a boiada: rebanhos europeus viraram bombeiros de verdade

Enquanto políticos daqui vendiam gado como solução para incêndios, o velho continente mostrava que o bom pastoreio pode controlar o fogo

Análises
16 de março de 2026

Quando é melhor matar do que ferir: a contradição do novo decreto ambiental

O novo decreto aumentou de forma importante as multas por maus-tratos, mas manteve de pé uma contradição difícil de defender: em certos casos, matar um animal silvestre segue saindo mais barato do que ferir um cachorro

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.