Articulação do Semi-Árido (ASA), Rede Ecovida de Agroecologia e Centro Ecológico Ipê, com apoio de entidades parceiras, disponibilizaram na Internet a segunda publicação da série Novas Tecnologias, que terá seis volumes. A cartilha Biologia Sintética – fabricando novas formas de vida pode ser acessada aqui.
Conforme as entidades envolvidas no projeto, com a “biologia sintética” é possível obter um novo código genético usando DNA fabricado, com o qual é possível projetar, construir ou reprogramar organismos vivos para que executem tarefas diferentes das naturais. Por isso grandes transnacionais que controlam agrocombustíveis, sementes (inclusive transgênicas), comercialização de grãos, petróleo, produção de automóveis, lavouras de árvores, fabricação de celulose e de farmacêuticos apostam nessa tecnologia.
A biologia sintética permite amplas alianças entre corporações de setores distintos, por exemplo, entre companhias petroleiras, de “reflorestamento” e do agronegócio, associadas a empresas recentes de biologia sintética. Também significa um instrumental mais barato e acessível para construir armas biológicas, patógenos virulentos e organismos artificiais que podem representar graves ameaças para os seres humanos e para o planeta. No Brasil, a CTNBio já liberou uma levedura sintética para produção comercial de diesel a partir de cana de açúcar.
O primeiro número da série foi Nanotecnologia – a manipulação do invisível e pode ser baixado aqui. Quem desejar exemplares impressos deve entra em contato através do e-mail [email protected]
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