![]() |
O Ministério do Meio Ambiente divulgou nota apresentando hoje (10) a mais nova membra da equipe: Mariana Meirelles coordenará a Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, cargo antes ocupado por Samyra Crespo, que agora dirige o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A nomeação saiu na terça-feira (07), no Diário Oficial. Como nova secretária de Articulação Institucional, Meirelles herdou a tarefa de coordenar as ações da 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente, que será realizada em outubro. A conferência discutirá a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Mariana Meirelles Nemrod Guimarães é administradora de empresa por formação e exercia a função de diretora vice-presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
Em 1998, trabalhou na Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) como analista de planejamento. Em 2007, foi diretora de Gestão e coordenadora Nacional do Programa Gespública na Secretaria de Gestão do MPOG. De 2009 a 2011, ocupou a Diretoria de Programas na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR). Ainda em 2011, foi gerente de programas na Gestão Estratégica na Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos, também do Ministério do Planejamento.
Leia também
Estudo alerta para riscos sanitários da BR-319 e da mineração de potássio no Amazonas
Pesquisadores apontam que obras de infraestrutura e mineração podem mobilizar microrganismos com potencial patogênico, ampliando riscos ambientais e de saúde pública na Amazônia Central →
Fórum do Mar Patagônico cobra protagonismo regional na implementação do tratado do alto-mar
Coalizão de ONGs do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile destaca a entrada em vigor do acordo e defende liderança regional para proteger áreas-chave do alto-mar e a biodiversidade marinha →
Bom senso e planejamento não são opcionais no montanhismo
O caso recente do rapaz que se perdeu no Pico do Paraná ilustra uma era onde “chegar ao topo” atropela o respeito pelo caminho – e pela montanha →





