A pesquisa sobre rotas de baleias e golfinhos é muito cara para se fazer sozinho, já que não é sempre que os pesquisadores conseguem ir a campo. Uma das saídas é o pesquisador conseguir montar uma rede de pescadores e outros profissionais que trabalham no mar para ajudar na coleta de dados. Esse é um dos exemplos do uso da ciência participativa. É o que explica a bióloga Liliane Lodi, pesquisadora associada do Instituto Mar Adentro, onde coordena o projeto Baleias & Golfinhos do Rio de Janeiro, no nono vídeo da série “Pense Verde”.
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