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Na revista Nature Biotechnology, segundo o Guardian, cientistas anunciaram a criação de mosquitos machos geneticamente modificados para combater a malária. Neles há um gen que os torna estéreis e deixa seus testículos fluorescentes. O plano é soltá-los em áreas onde a doença é epidêmica. Eles acasalam com as fêmeas, mas não reproduzem. Isso, segundo os cientistas, erradicaria a malária. A fluorescência nos testículos é para facilitar a sua identificação uma vez soltos na natureza. Uma geringonça inventada pelos sábios é capaz de produzir 180 mil larvas do mosquito transgênico. Seus efeitos ainda não foram testados em larga escala no meio ambiente.

Redação ((o))eco ·
10 de outubro de 2005 · 20 anos atrás

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