Notícias

Na raiz do problema

A ameaça de extinção, que joga sombras sobre inúmeras espécies vegetais, vai trazer prejuízos para o próprio ser humano. Um estudo feito pela Organização Internacional para a Conservação em Jardins Botânicos (BGCI, na sigla em inglês) revelou que cerca de 400 espécies de plantas medicinais correm o risco de desaparecer. Isso significa que dos medicamentos produzidos a partir de plantas, 50% podem perder sua matéria-prima essencial. Os pesquisadores alertaram que o sumiço de determinadas espécies iria afetar diretamente o tratamento de doenças graves como a Aids e o câncer. A notícia é do site Tree Hugger.

Redação ((o))eco ·
22 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
3 de abril de 2026

Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos

Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ

Reportagens
3 de abril de 2026

O que está em jogo com a crise da moratória da soja

STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas

Salada Verde
3 de abril de 2026

Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035

MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.