
A senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e uma das mais influentes representantes do ruralismo brasileiro está nos Estados Unidos cumprindo uma série de eventos sobre o Agronegócio Brasileiro. No Congresso, ela foi a mais vocal liderança a favor da flexibilização do Código Florestal.
Nesta quinta-feira, Kátia Abreu falará a alunos e professores do Programa de Estudos Brasil sobre os cenários de crescimento da agropecuária brasileira – produção e sustentabilidade, no David Rockefeller Center for Latin American Studies, da Universidade de Harvard. O workshop foi organizado pelos professores Aldo Musacchio, da Harvard Business School, e o professor Bem Schneider, do MIT (Massachussets Institute of Technology).
Segundo a nota distribuída pela assessoria de imprensa da senadora, os alunos e professores que participarão do encontro vão debater “os desafios do agronegócio brasileiro para alimentar o mundo de forma sustentável”.
Já na sexta-feira, a presidente da CNA se encontrará com o professor Daniel P. Schrag, diretor do Harvard University Center for the Environment e considerado um dos maiores especialistas do mundo em mudança climática. Sharag é assessor do Presidente Barack Obama.
O tema sustentabilidade não é exatamente a praia da senadora. Pelo menos não aparece nos projetos de lei que ela advoga no Senado. Num deles, Kátia Abreu defende o fim do símbolo de transgênico em Alimentos Geneticamente Modificados por considerar que o consumidor já é devidamente informado de que o produto é composto ou contém ingredientes transgênicos nas informações detalhadas no rótulo, mesmo que em letras minúsculas. Portanto, o símbolo de contém organismos transgênicos seria desnecessário. O projeto está sendo analisado pelo Senado.
Nota editada em 09/02/12 às 16h30.
Nova lei implode gestão ambiental no país
Kátia Abreu usa FAO para defender expansão da área agrícola
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