![]() |
A famosa flor-cadáver resolveu se abrir na semana entre o Natal e o Ano Novo e mostrar sua beleza única — e gigante — ao público que frequenta o Jardim Botânico Inhotim, em Minas Gerais. Considerada a maior flor do mundo, sua alcunha é por conta do odor que já foi descrito como “uma mistura de açúcar-queimado com peixe-podre”. A bela atrai moscas e besouros, que são seus polinizadores.
A planta produz sua flor, no mínimo, a cada 2 anos. Antes dessa, a última foi em dezembro de 2010 e atraiu milhares de pessoas a Inhotim.
A Amorphophallus titanum chega a 1,63 metros de altura. A espécie foi descrita originalmente por Odoardo Beccari, em 1878, botânico do Jardim Botânico de Florença, que a encontrou na Ilha de Sumatra, Indonésia.
A planta de Inhotim cresceu a partir de sementes enviadas pelo jardim botânico Marie Selby, na Flórida.
Leia também
Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil
pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas →
Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025
Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV →
O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática
Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades →




