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O clima de conflito está se armando nas margens da rodovia Transamazônica, no Pará. No município de Prainha, onde pequenas comunidades reivindicam a criação de uma reserva extrativista, cerca de oito balsas vazias subiram ontem o rio Uruará para buscar toras de madeira a montante. Os ribeirinhos alegam que a madeira é ilegal e que só deixarão as balsas carregadas passarem se o Ibama estiver lá para fiscalizar. A Polícia Militar da região, que mais de uma vez já foi vista escoltando as barcaças de madeira, começou a anunciar nas rádios que a comunidade é perigosa.

Redação ((o))eco ·
22 de novembro de 2006 · 20 anos atrás

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