Análises

Onças, caça e outros mal-entendidos

Faço essas ponderações, a propósito do que li no artigo “Açougue no mato” , da jornalista Silvia Pilz, publicado recentemente no semanário eletrônico O Eco

Redação ((o))eco ·
21 de dezembro de 2005 · 20 anos atrás

De Felipe A. P. L. Costa. Biólogo. O português é um idioma vivo, sujeito a mudanças. Além de palavras novas, no entanto, estamos freqüentemente redefinindo ou ampliando o significado de velhas expressões. Por conta disso, é possível que duas ou mais pessoas nem sempre concordem com a interpretação dada a todos os termos contidos em um mesmo texto. Assim, embora as palavras mato (ou mata) e floresta sejam muitas vezes utilizadas como sinônimos, como ocorre nas expressões mata atlântica e floresta atlântica, há entre elas diferenças significativas que deveriam ser observadas, principalmente por aqueles profissionais que vivem do que escrevem. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Leia também

Colunas
13 de fevereiro de 2026

Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil

pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas

Notícias
13 de fevereiro de 2026

Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025

Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV

Análises
13 de fevereiro de 2026

O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática

Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.