Análises

Verde Para Sempre até quando? III

De José Augusto PáduaCaro Maurício,A carta que escrevi foi no sentido de incentivar um debate menos personalista e sectário sobre o assunto. Sectário no sentido de “ou A ou B”. Defendo uma abordagem mais ampla e inclusiva, que examine os prós e os contras de cada modelo de unidade de conservação no contexto de situações e lugares específicos. A sua pergunta personaliza o debate, que é justamente o que não me agrada. Não vejo cabimento em comentar a “honestidade intelectual” do texto de um colega. Uma coisa é discordar do conteúdo, como fiz na minha carta, outra é fazer acusações éticas. O que posso afirmar sobre esse assunto, com toda tranqüilidade, não com base na leitura de alguns textos e sim na observação da prática de vida, é que os editores d’ O ECO são pessoas profundamente éticas. É claro que entre os editores e colunistas do site existem diferenças de pensamento, de visão de mundo e de simpatia política. Mas o que todos querem, cada um ao seu jeito, é ver avançar o cuidado e a conservação ambiental no Brasil. É preciso entender que o jornalismo de opinião é mesmo provocador. A ironia é parte importante do jogo. Como disse antes, os textos são todos assinados. As críticas podem ser vistas como um estímulo ao debate e ao aperfeiçoamento das políticas públicas. É natural e necessário que os artigos sejam respondidos e contestados. O ideal é considerar as divergências de um jeito mais tranqüilo, para que todos possamos aproveitar melhor as possibilidades de comunicação oferecidas pelo site. Abraços,

Redação ((o))eco ·
17 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

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