Análises

Pobre Amazônia

Redação ((o))eco ·
30 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

De Nelson Tembra

Parabéns ao autor pela verdadeira “dissecação” sobre o problema. São os impactos secundários da colonização espontânea, associadas à ausência de políticas públicas, ou políticas públicas deficientes ou mal aplicadas que compromete a ecologia da região no presente e futuro. A ação do Exército e da Polícia Federal é necessária enquanto medida curativa ao aumento do desmatamento, mas o combate vai além da fiscalização, é preciso acima de tudo agir na prevenção, e separar o joio do trigo. Continuemos esperando que o governo brasileiro, agora sob o comando do PT, seja adequadamente estruturado para enfrentar os sérios problemas históricos que se arrastam desde a invenção do Brasil, pois não é de hoje que dados estatísticos demonstram que a taxa de desmatamento anual e a degradação ambiental vêm aumentando, apontando historicamente para uma relação diretamente proporcional ao desequilíbrio socioeconômico e às desigualdades sociais.

Leia também

Salada Verde
30 de janeiro de 2026

PF investiga fraudes em licitações da Agência Nacional de Mineração

Operação Pedra Turva apura manipulação de leilões de áreas minerárias com invasão de sistemas, uso de empresas de fachada e negociação irregular de direitos

Reportagens
30 de janeiro de 2026

“Quem para a lama da morte?”

Rejeitos dos transbordamentos de minas da Vale contaminam rio Paraobeba e afluentes. Comunidades ribeirinhas, já impactadas por Brumadinho, revivem drama

Externo
30 de janeiro de 2026

Tubarões são famosos por seus dentes ameaçadores, mas a acidificação dos oceanos pode torná-los mais fracos

Cientistas alemães descobriram que a acidificação dos oceanos pode enfraquecer os dentes de tubarões nas futuras gerações, devido a mudanças na química marinha

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.